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Respiradores: "Márcia Pauli tenta escapar da CPI", avisa relator

Servidora da Secretaria da Saúde, envolvida na compra dos 200 respiradores, prestará depoimento nesta terça na Alesc
Marciano Bortolin
Por Marciano Bortolin Florianópolis, SC, 01/06/2020 - 17:35Atualizado em 01/06/2020 - 17:39
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Depois de dar depoimento à polícia de forma voluntária e entrevistas em rede de TV, relatando a compra dos 200 respiradores, a servidora da Secretaria de Estado da Saúde, Márcia Pauli ajuizou um habeas corpus para não depor à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). Porém, o pedido foi negado e ela deverá ser ouvida pelos parlamentares nesta terça-feira, 2. “Estranhei a posição da Márcia, porque compareceu três vezes voluntariamente à Deic para falar sobre isso, deu entrevistas longas às redes de televisão contando o que aconteceu. Estranha muito que ela tenha ajuizado um habeas corpus para não depor à CPI. O habeas corpus foi negado e ela está compromissada e deve estar na Assembleia para depor”, fala o relator da CPI, Ivan Naatz.

Além dela, falam nesta terça-feira os ex-secretários Douglas Borba e Helton Zeferino, da Casa Civil e Saúde, respectivamente. Os depoimentos seriam na semana passada, mas a Alesc suspendeu todos os trabalhos devido a caso de coronavírus entre os servidores.

Naatz fala que os depoimentos que Borba e Zeferino prestaram à polícia seguem em sigilo, mas os integrantes da CPI votarão requerimento que pede ajuizamento de segurança contra a decisão do Tribunal de Justiça. “O que teria nestes depoimentos que os deputados não podem ter conhecimento? Isso tem intrigado os deputados”, finaliza.

Tags: coronavírus