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Relator do tribunal, Kennedy Nunes fala do resultado da votação

Deputado comentou o resultado da sessão especial da última sexta-feira
Marciano Bortolin
Por Marciano Bortolin Florianópolis, SC, 26/10/2020 - 09:34Atualizado em 26/10/2020 - 09:54
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O deputado e relator do Tribunal Misto do Impeachment, Kennedy Nunes (PSD), falou ao Programa Adelor Lessa, da Rádio Som Maior nesta segunda-feira, 26. O assunto foi o afastamento do governador Carlos Moisés da Silva (PSL) e o arquivamento do processo em relação à vice, Daniela Reinehr (sem partido). 

Ele iniciou comentando o voto do deputado Sargento Lima (PSL). “O deputado Lima, assim como os outros membros, tem consciência do seu voto. No meu parecer rejeitamos a questão de fazer processos separados, mas a minha dúvida era esta: se o voto do Sargento Lima seria anulado ou computado, já que ele votou em separado com relação ao governador e à vice. O desembargador Ricardo Roesler explicou que seria computado e se houvesse empate ele desempataria, que foi o que aconteceu”, disse.

Kennedy recordou que este é o primeiro processo de impeachment de um governador após a redemocratização. “O impeachment é um processo político, administrativo e jurídico. Nos processos de governador, a assembleia acata e manda para o tribunal misto. É feito por seis desembargadores e cinco deputados, cria um pequeno problema porque a maioria dos membros é de ordem técnica. A pessoa que passa pelo impeachment tem uma sanção: deixar o cargo público e não participar de eleições por cinco anos. Ela não passa a ser um criminoso respondendo por uma pena. A investigação é para saber qual a participação do governador na isonomia dos procuradores”, citou.

Confira a entrevista na íntegra: