A possível venda da atacante Tainá Maranhão para o futebol europeu pode render dinheiro ao Criciúma, que possui percetual como clube formador. Revelada nas categorias de base do Tigre, a jogadora do Palmeiras está na mira de clubes como Barcelona e PSG e pode se tornar a atleta mais cara da história do futebol feminino.
A multa rescisória da atacante de 21 anos está fixada em US$ 2 milhões. Apesar disso, conforme apuração do Portal 4oito, o Criciúma não teria direito a 5% integrais da negociação, já que o mecanismo de solidariedade divide o percentual entre todos os clubes formadores da atleta.
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Ainda segundo a apuração, o período de Tainá no Criciúma foi inferior a um ano completo, em 2019. Com isso, o percentual destinado ao clube catarinense pode chegar a 0,3% do valor total da transferência. O restante seria dividido com Avaí e Inter.
Entenda o mecanismo de solidariedade
O mecanismo de solidariedade da Fifa também vale para o futebol feminino em transferências internacionais com compensação financeira. O percentual total é dividido conforme o tempo de formação da atleta em cada clube.
Outro mecanismo conhecido como “indenização por formação”, chamado internacionalmente de training compensation, não é aplicado ao futebol feminino. A regra existe apenas no masculino e prevê pagamento ao clube formador no primeiro contrato profissional do atleta.
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