O Estádio Heriberto Hülse amanheceu neste sábado (14), com faixas de protesto penduradas pela torcida. A cobrança vem de uma torcida organizada, após a sequência de más atuações do Tricolor Carvoeiro dentro do Campeonato Catarinense.
A principal "bronca" do torcedor é em relação ao esquema de três zagueiros utilizado pelo treinador Eduardo Baptista, desde que chegou ao clube. Uma faixa pedindo o esquema 4-4-2, que já apareceu no meio da torcida em jogos de 2025, foi estendida novamente em frente ao estádio.
LEIA MAIS
- Catarinense 2026: Marcílio vence o Figueirense e se isola na liderança do 'quadrangular da morte'
- Com emoção, Tigre marca no fim e empata contra o Concórdia pela Taça Acesc
Além da faixa pedindo o esquema com quatro defensores, a torcida cobrou que o técnico deixasse de improvisar jogadores. Os principais casos de improvisação tem sido na zaga, onde Marcinho, Willean Lepo e Marcelo Hermes já foram utilizados.
Ao lado das faixas que pedem alterações no esquema, há uma cobrança em tom mais ameaçador, que dizem que "A cidade é pequena". Outra utilizada foi uma tradicional frase de torcidas para cobrar os jogadores, que se não forem jogar por amor à camisa, joguem por medo da torcida: "Joguem por amor ou terror".
Cobrança nas redes sociais
Nas redes sociais, as críticas se intensificaram após a eliminação contra a Chapecoense, e a atuação ruim contra o Concórdia, na quinta-feira (12), pela Taça Acesc. A torcida organizada "Os Tigres" publicou uma nota de repúdio depois do jogo contra o Galo do Oeste.
Um pedido da nota, publicada no Instagram, é que o clube deixe de contratar jogadores "sub-óbito", por conta da alta média de idade do elenco. Para a Série B, o Criciúma, que já tem o elenco mais velho do Catarinense, se reforçou com o zagueiro Bruno Alves (34) e o meia Rómulo Otero (33).
DEIXE AQUI SEU PALPITE PARA O JOGO DO CRICIÚMA!