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Paulo Baier diz que treinador não pode parar

Técnico comanda o Próspera, que estreia domingo na Série C do Catarinense
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 29/08/2018 - 15:23
(fotos: Amanda Farias)
(fotos: Amanda Farias)

O Próspera estreia no próximo domingo (2) na Série C do Campeonato Catarinense, contra o Orleans, no Mário Balsini. O esquema tático já está definido, mas a preparação física ainda não é completa. O técnico da equipe, Paulo Baier, esteve no Debate Aberto, da Som Maior, e falou sobre a competição. Segundo ele é complicado buscar informações sobre os adversários.

“É difícil, você não tem noção. Eu tô trabalhando em cima da minha equipe, como acho que o time deve ser jogado. Não tenho informação nenhuma dos outros adversários, então estamos mais preocupados com nossa equipe. Eu já tenho 90% do time na cabeça”, afirmou o treinador.

Paulo Baier teve uma experiência como treinador, trabalhando no Toledo, do Paraná, onde disputou duas vezes o campeonato estadual, livrando a equipe da zona de rebaixamento. Diz que não liga para a série que o Próspera irá participar, mas que o importante é pegar experiência e ajudar a equipe atingir o seu objetivo.

“Sendo bem sincero, não surgiu nada para mim trabalhar, surgiu algumas coisas com ações. Quando surgiu o Próspera, eu preciso trabalhar, até para pegar experiência, eu tive um trabalho só como técnico. Independente se você vai jogar a Série C do Catarinense ou Série B, treinador tem que tá trabalhando e aprender no dia a dia e assim a gente vai”, garantiu Baier.

Mudança de nome e posição

Até o começo dos anos 2000 ele era conhecido por Paulo César e jogava na lateral direita. O sobrenome Baier passou a ser utilizado em sua segunda passagem pelo Criciúma, em 2002. Já a mudança de posição foi no palmeiras, passando a atuar como meia. Paulo Baier inclusive foi o maior artilheiro da era dos pontos corridos entre novembro de 2010 e maio de 2015.

“Eu joguei como Paulo César em vários clubes na lateral. Quando voltei em 2002 aqui, já tinha um Paulo César aí a própria imprensa colocou meu nome como Paulo César Baier, então foi assim, Paulo César tinha muitos, Paulo Baier tem só eu. No Palmeiras em alguns jogos eu joguei como meia, com o Leão como segundo volante, então me adaptei e fiquei mais próximo ao gol”, contou.