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Paulinha: Reforma da Previdência é inevitável, mas precisa de regra de transição clara

Para deputada, profissionais que estejam na iminência da aposentadoria não podem ser prejudicados pelo projeto
Paulo Monteiro
Por Paulo Monteiro Florianópolis - SC, 17/06/2021 - 10:22Atualizado em 17/06/2021 - 10:25
Foto: Vitor Netto / 4oito
Foto: Vitor Netto / 4oito

A Reforma da Previdência dos Servidores Públicos já está sendo apresentada pelo Governo de Santa Catarina aos parlamentares catarinenses. Em entrevista aos jornalistas Adelor Lessa e Upiara Boschi nesta quinta-feira, 17, a deputada Paulinha (Sem Partido) falou um pouco sobre a proposta, que promete uma economia bilionária ao estado.

De acordo com a parlamentar, a discussão da reforma é inevitável e já teria ocorrido há um ano. No entanto, a deputada defende que o projeto apresente regras claras que não prejudiquem os servidores que estão perto de se aposentar. 

“Tem que ter uma regra de transição clara. O profissional que está há 15 ou 20 anos, na iminência de se aposentar, não pode sofrer essa imputação de regramento novo sem um deságio, sem que tenhamos uma regra efetiva de transição que premie essa gente que está na iminência de deixar o serviço público”, pontuou.

Paulinha aponta também para a discussão em torno de uma questão polêmica na Reforma da Previdência, que diz respeito aos policiais civis. A parlamentar alega que o regramento da categoria não pode estar em desacordo com os de outros estados vizinhos, sobretudo adotados no sul e sudeste.

“Nós também não podemos ter uma regra que seja muito punitiva, questões como pensão por morte, por exemplo. Não podemos retirar a integralidade da pensão por morte, é quase um castigo para quem está no ramo da segurança pública. Mas temos ambiente para diálogo, para ajustarmos algumas questões com o estado”, afirmou.