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Para o Sindicato, Campeonato Catarinense poderia ter esperado mais

Na avaliação do presidente do SAPESC, Marcelo Cruz, houve uma precipitação
Vitor Netto
Por Vitor Netto Criciúma - SC, 12/07/2020 - 10:50Atualizado em 12/07/2020 - 11:06
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O Sindicato dos Atletas de Futebol de Santa Catarina (SAPFESC) já vinha se movimentando em busca da suspensão da rodada de volta do Campeonato Catarinense. No sábado, 11, a Fundação Catarinense de Futebol (FCF) cancelou a rodada deste domingo, 12, o qual o Criciúma enfrentaria o Marcílio Dias em Itajaí. Na avaliação do Sindicato, a decisão da suspensão foi a mais acertada, ainda que o órgão acredita que houve preciptação para o retorno da competição em Santa Catarina.

"Eu acho que poderia esperar um pouco mais para o retorno da competição. Quando o campeonato foi paralisado era menos grave do que quando foi liberado", comentou o presidente do Sindicato, Marcelo Cruz, ao Timaço da Som Maior na manhã deste domingo, 12. Para Cruz, a decisão da FCF do cancelamento da rodada foi uma decisão correta. "A princípio a prioridade é pela saúde do ser humano e toda a população do entorno ", completou. 

Conforme o presidente, nenhum momento o Sindicato foi chamado para ajudar nas decisões em face a situação enfrentada com a pandemia do novo coronavírus. "O Sindicato só foi procurado uma vez, quando houve a redução salarial, que devido ao decreto do presidente tirou todo o poder de conversação e diálogo dos atletas e dos clubes", comentou. 

Sindicato continua em defesa dos atletas

A assistência do Sindicato aos atletas contiua sendo exercida pelo órgão. "Desde o início os protocolos estão sendo seguidos, mas o grande problema foi na volta do campeonato. Se não fosse a obrigatóriedade dos exames, acredito que a situação estaria pior. Teriam mais casos", enfatizou Cruz. "A nossa rotina de trabalho é ficar atento a todas as situações que tange a defesa do trabalhador. Se trata de equipes de todo o estado", comentou. 

Dentro da situação que se enfrenta, Cruz acredita que a seguridade do jogador deve ser dos clubes. "A segurança do empregado é do empregador, ou seja, a segurança do jogador é responsabilidade dos clubes. Estamos aí para chegar na melhor saída para o campeonato catarinense", finalizou.