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Para fechar o ano, um pedal na Serra do Corvo Branco

Grupo Pedala Carava subiu a Serra do Corvo Branco de bike e contou a sua experiência
Maicon Maravai - Grupo “Pedala Carava” Grão Pará - SC, 24/12/2021 - 09:42 Atualizado em 24/12/2021 - 10:16
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

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Poderia lhe mandar apenas umas fotos e escrever algo singelo sobre o nosso pedal de ontem na Serra do Corvo Branco, mas não, vou me alongar um pouco.

Estamos prestes a encerrar 2021 e estamos prestes a deixar para trás uma pandemia que aterrorizou muitos negócios, empresas, famílias, mas que também transformou, despertou e acelerou a necessidade de reinventar-se, adaptar-se para não sucumbir.

Entrei em 2021 com mais de 100 kg, sedentário, estou terminado com -15kg, 100% fruto de uma atividade física fantástica, que foi o pedal que eu encontrei uma nova paixão: pedalar. 

Completamos ontem de bike a subida da terceira Serra esse ano: Serra da Rocinha, Serra do Rio do Rastro e a Serra do Corvo Branco. 

Pela ótica da infraestrutura da Serra do Corvo Branco: O governo anunciou a pavimentação da serra, mas ainda há pouca movimentação de obra. Tinha apenas uma máquina fazendo valos para colocação de tubos, nada mais. É uma das serras mais perigosas que temos, pois em vários locais não tem proteção lateral, estrada estreita, se passar duas formigas juntas, uma cai na grota. Parte tem asfalto detonado, parte barro, parte areia. 

Pela ótica da natureza da Serra do Corvo Branco: Sem dúvidas, é a mais bela, a mais original, a mais gostosa de subir, pelo encanto. 

Pela ótica dos negócios no segmento da bike: Sem dúvidas, é um dos segmentos que mais cresce no país, logo é preciso que o setor público bem como a iniciativa privada, busquem entender as necessidades do segmento, uma vez que não só de ciclovias e ciclofaixas, vivem um ciclista. Para teres uma noção, já tem construtoras no Sudeste e Centro-Oeste, que oferecem aos proprietários na aquisição do imóvel, a possibilidade de troca de uma garagem de carro, por 10 bikes e 10 vagas de bikes com box e toda infraestrutura para tal, um pouco do que é feito na Dinamarca, Bélgica, Holanda fará uma revolução aqui. É preciso pensar e agir “fora da caixa”, neste segmento também. 

Na vida pessoal, na vida profissional, no empreendedorismo, precisamos nos tornar cada vez mais “tradutores simultâneos do mercado”, afinal todo dia, toda hora algo muda; demandas novas surgem, dinheiro novo brota e alguém passar para colher, o dinheiro muda de mão sempre, na pandemia mudou, e agora no pós-pandemia vai mudar de novo. 

Na vida pessoal, na vida profissional, no empreendedorismo, precisamos blindar e preparar bem o que temos dentro da gente, para somente depois blindarmos o que temos aqui fora, o que nos move, as nossas crenças, sonhos e valores. 

Grande abraço e um feliz e espirituoso natal a todos amigos ciclistas e ao time SOM MAIOR!!!

Autor: Maicon Maravai-  Grupo “Pedala Carava”. 

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