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Os inúmeros problemas de trânsito de Criciúma

Archimedes pontua alguns dos diversos empecilhos encontrados no trânsito criciumense
Paulo Monteiro
Por Paulo Monteiro Criciúma - SC, 12/03/2020 - 10:16Atualizado em 12/03/2020 - 10:16

Chega a ser quase imensurável a quantidade de problemas de trânsito que encontramos no município de Criciúma - assim como em outras tantas cidades Brasil a fora. No quesito problemas, o trânsito é até mesmo comparável às calçadas: dá para falar de um e de outro todos os dias que os temas não se esgotariam - e as soluções, ficariam devendo.

O número de veículos cresce incomensuravelmente todos os dias, e isso também acaba se refletindo nas estradas. Uma “solução” para muitos desses empecilhos, proposto em um projeto ainda não votado em São Paulo devido a não aparição dos vereadores paulistas, prevê que, na metrópole do Brasil, só o dono poderá dirigir o seu veículo e que, neste ano, não haverá mais licenciamento de veículos novos. 

“Foi uma das maneiras que o prefeito paulistano encontrou para diminuir o tráfego das ruas de São Paulo, mas nós não precisamos ainda chegar a tanto”, destacou o historiador Archimedes Naspolini Filho.

Archimedes destaca uma série de outros problemas que contribuem para que o nosso trânsito seja, muitas vezes, caótico e motivo de muitas reclamações. “Além do excessivo número de veículos, temos ainda as poucas vagas para estacionar, temos os que estacionam mal e ocupam uma vaga e meia, assim como os poucos estacionamentos rotativos para muitos automóveis”, afirmou.

Há problemas para além dos volantes, como os pedestres que não respeitam as faixas e paradas solicitadas, assim como o guarda de trânsito que, portando caneta e um bloco em mãos, penalizando por qualquer delito - muitas vezes sem qualquer explicação, parte direto para a multa.

Por fim, exemplificando um caso mais recente, temos os semáforos amarelos que duram poucos segundos. “Permanece aceso por apenas três ou quatro segundos, alavancando um rio de dinheiro e multas por ultrapassagem no sinal vermelho: uma balbúrdia”, concluiu Archimedes.