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Operação mira grupo que movimentou R$ 21 milhões com tráfico e lavagem de dinheiro em SC

Investigação começou após apreensão de mais de uma tonelada de drogas no RS e teve diligências em cinco cidades catarinenses

Por Gabrielle Rebelo Criciúma, SC, 11/06/2026 - 11:16 Atualizado há 19 segundos
Policia desarticula grupo suspeit de movimentar R$ 21 milhoes em dinheiro | Foto: Divulgação/4oito
Policia desarticula grupo suspeit de movimentar R$ 21 milhoes em dinheiro | Foto: Divulgação/4oito

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Uma organização criminosa investigada por movimentar mais de R$ 21 milhões com lavagem de dinheiro ligada ao tráfico de drogas foi alvo de megaoperação da Polícia Civil em cinco cidades de Santa Catarina. Entre os municípios, estão Criciúma, Balneário Rincão, Florianópolis, São José, Palhoça, todos com diligências na manhã desta quinta-feira (11).

Ao todo, a Polícia civil cumpriu cinco mandados de prisão e sete mandados de busca e apreensão. Conforme as investigações, a organização teria movimentado cifras milionárias por meio de empresas de fachada e da inserção de recursos ilícitos na economia formal. 

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A investigação, denominada Operação Apakani, teve início em 2023, após a apreensão de mais de uma tonelada de drogas no município de Canoas, no Rio Grande do Sul. A partir da ação, o setor de inteligência policial passou a monitorar as atividades do grupo criminoso.

A Polícia Civil de Santa Catarina prestou apoio operacional à Polícia Civil do Rio Grande do Sul durante a deflagração da Operação Apakani. A ação interestadual foi coordenada pelo Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (Denarc) gaúcho.

Operação da policia desarticula grupo suspeito de realizar lavagem de dinheiro | Foto: Arquivo/4oito

Conexões em diferentes estados 

Durante as apurações, os investigadores identificaram que a organização mantinha conexões em diferentes estados e utilizava contas bancárias de terceiros, fracionamento de valores e empresas reais e de fachada para ocultar os recursos obtidos com o tráfico de drogas em larga escala.

Segundo a Polícia Civil, o esquema tinha como objetivo dificultar o rastreamento do dinheiro proveniente da comercialização de entorpecentes, promovendo sua circulação no mercado formal por meio de operações financeiras aparentemente legais.

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