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“O presidente tem que colocar dinheiro todo mês para fechar folha"

Paulo da Pinta participou do Som Maior Esportes e relembrou os tempos de Tigre
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 29/10/2017 - 12:19
(foto: divulgação)
(foto: divulgação)

Ele defendeu as cores do Criciúma no início da década de 1990, e no Som Maior Esportes falou sobre a equipe e a torcida. Paulo da Pinta é ex-volante, e foi um dos jogadores do grupo que disputou a Libertadores em 92.

“Sempre assisto aos jogos do Criciúma. Torço para a equipe retornar a Série A, mas a gente sabe que não é fácil. O Brasil é um país continental e são muitas equipes pequenas, que não possuem orçamento como as grandes”, destacou.

Paulo da Pinta acredita que a segunda divisão tenha ganho destaque nos últimos anos. “É importante sempre estar próximo ao G-4, para animar a cidade. Hoje a Série B se tornou um campeonato importante, e Criciúma está no meio dos grandes centros, como Fortaleza, Belo Horizonte e agora Porto Alegre”, imaginou.

No futebol atual dificilmente os jogadores permanecem por muito tempo em uma equipe. O ex-atleta falou sobre as diferenças entre o pensamento dos jogadores daquela época com os de agora. 

“A torcida quer time vencedor, mas hoje não é igual àquela época, que os jogadores ficavam muito tempo no clube. Hoje querem uma condição melhor, ou até sair do país”.

O Criciúma chegou a disputar o acesso, mas com os maus resultados em casa, ficou difícil atingir o objetivo. Paulo também deu a sua opinião sobre a administração do clube.

“O presidente tem que colocar dinheiro todo mês para fechar folha e isso uma hora cansa. Na época do Angeloni o Criciúma devia mais de R$ 10 milhões e ele quitou tudo. O futebol deficitário”, finalizou.