Ir para o Conteúdo da página Ir para o Menu da página
Carregando Dados...
4

O caso dos homens que espancaram, degolaram a vítima e esconderam o corpo

Eles foram condenados por homicídio triplamente qualificado em júri de Araranguá
Redação
Por Redação Araranguá, SC, 12/08/2021 - 19:47Atualizado em 12/08/2021 - 19:58
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Quatros homens foram condenados, em Sessão do Tribunal do Júri da comarca de Araranguá, a 44 anos - somando as penas - de prisão pelo homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver de um homem ocorrido em junho de 2018, no Bairro Vila Isabel, em Balneário Arroio do Silva. A sessão, presidida pela juíza Thania Mara Luz, titular da 1ª Vara Criminal da comarca de Araranguá, foi promovida na última quarta-feira, 11. Na acusação, atuou o promotor de justiça Gabriel Ricardo Zanon Meyer, e na defesa, os advogados Gian Carlos Goetten Setter, Leonardo Henrique Mallmann, Diego Pablo de Campos Maciel, Renan Cioff de Sant' Ana, Priscila Serafin Proenca e Joyce Ferreira de Oliveira.

Segundo a denúncia, os réus invadiram a casa da vítima e a agrediram com socos, chutes, pedras, pedaços de pau e com uma faca, que foi usada para cortar a garganta da vítima, posteriormente o cadáver foi jogado em um matagal.  O crime teria sido cometido por vingança, já que os réus acreditavam que a vítima teria furtado a residência de um parente de dois dos réus.

Na sessão, o Conselho de Sentença reconheceu que o homicídio foi praticado por motivo fútil com emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima. Dos cinco réus pronunciados, quatro réus foram condenados e um deles absolvido.
 Um dos réus foi condenado por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver a  17 anos de prisão, outros dois por homicídio triplamente qualificado, um a 14 anos de prisão e o  outro a 12 anos, e um réu foi condenado por ocultação de cadáver a 1 ano e quatro meses. Os réus devem cumprir a pena em regime inicial fechado, ainda à eles foi negado o direito de recorrer em liberdade. Cabe recurso  da decisão ao TJSC. O processo tramitou em segredo de justiça.