Ir para o Conteúdo da página Ir para o Menu da página
Carregando Dados...

Leão diz que trabalhou de graça na Portuguesa e tem medo que outros clubes grandes tenham o mesmo destino

Hoje ele é comentarista e contou diversas histórias no Som Maior Esportes
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 26/11/2017 - 11:17
(foto: divulgação)
(foto: divulgação)

O Som Maior Esportes deste sábado (25) entrevistou o ex-goleiro e atual comentarista, Emerson Leão. Ele falou sobre a possibilidade de ganhar um programa solo no Esporte Interativo, emissora em que está, também falou sobre a paixão por fazendas.

“Vieram me contatar para fazer uma temporada e ver se eu me encaixava no espirito. É uma emissora que já tem alguns times contratados para o Campeonato Brasileiro de 2019 e está crescendo muito. Estou num programa chamado +90, um debate, me chamaram por achar que eu iria somar. Alguns fazem personagem, mas eu sou o que sou”, destacou Leão, que é considerado uma personalidade polêmica no meio esportivo.

Ele não treina uma equipe desde 2012, quando deixou o São Caetano. Mas em 2017 foi diretor da Portuguesa, realizando um trabalho sem salário, com o instituto de ajudar na recuperação do clube que está sem divisão e por qual possui carinho. Ele disse ter medo de que essa situação aconteça com outras equipes grandes.

“Eu estava no programa de televisão e a Portuguesa caindo aos pedaços. Eu trabalhei duas vezes lá como treinador e fui muito feliz. Então gostaria de ajudar até de graça. Logo depois teve eleição e o presidente foi na minha casa, eu aceitei ajudar. Não quis nem pagamento mensal ou a gasolina para o carro, ia todos os dias, o CT voltou a ficar bonito. Mas a filosofia chocou com a do presidente, fiquei dois meses”, explicou Leão.

O comentarista gosta da vida no campo e possui uma fazendo em Mato Grosso, ele costuma visitar o local com frequência, pois diz que é necessário verificar de perto algumas funções.

“Meu segmento rural é uma prioridade, não é brincadeira. Eu tenho em uma semana por mês a liberdade de me ausentar do programa, então vou de camionete. Minha primeira fazenda foi adquirida em 1974, com o dinheiro que o esporte me possibilitou a época”, contou.