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Jessé Lopes acredita que é generalismo tratar tudo como assédio

Deputado estadual falou sobre a polêmica em que se envolveu nesta segunda-feira e diz que foi mal interpretado
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 13/01/2020 - 19:00Atualizado em 13/01/2020 - 19:00
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O deputado Jessé Lopes (PSL), respondeu na tarde desta segunda-feira, 13, sobre a nova polêmica que se envolveu. Segundo ele, seu comentário sobre assédio foi distorcido. "...quem, seja homem ou mulher, não gosta de ser “assediado (a)?? Massageia o ego, mesmo que não se tenha interesse na pessoa que tomou a atitude", foi o comentário que causou tumulto.

O deputado se justificou dizendo que assediado foi colocado entre aspas, “porque é um generalismo tratar tudo como assédio. Deram um print apenas nesta parte. Eu acho que isso é muita canalhice”, afirmou o deputado estadual. “Daqui a pouco vai ter cara sendo processado porque deu em cima de uma mulher e ela não foi com a cara dele”, analisou.

A polêmica começou envolvendo a campanha “Não é Não”, promovida pelo Coletivo Feminista de Santa Catarina contra o assédio. O objetivo é arrecadar dinheiro para confeccionar adesivos na forma de tatuagens.

“Distorceram muito o que eu quis dizer, alguns por não terem entendido, outros por serem canalhas mesmo. Eu quis dizer que os movimentos feministas se apoderaram de muitas coisas, para elas, o simples fato de alguém fazer um elogio na rua ou dar uma cantada, já é visto como assédio”, citou o deputado.

Jessé falou ainda sobre a resposta que deu para uma internauta. O deputado contou que costuma visitar os perfis antes de tecer seus comentários.

“Geralmente eu entro no perfil para ver qual é o tipo de pessoa. Eu entrei no perfil dela e fiz um print, fazendo um comentário, dizendo que ela não estaria muito preocupada, mas isso vale principalmente para os bandidos. É igual ao meu carro, eu não vou deixar aberto ou color um adesivo dizendo que não é para roubar”, pontuou.

Tags: Jessé Lopes