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Funcionários do Hospital Santa Catarina decidem pela greve em Criciúma

Iniciativa atinge enfermeiros e técnicos de enfermagem da instituição; manifestação ocorre na manhã desta sexta-feira (6)

Por Sophia Rabelo Criciúma, SC, 06/03/2026 - 08:03 Atualizado há 7 horas
Reunião para o funcionamento da greve | Foto: Sophia Rabelo/4oito
Reunião para o funcionamento da greve | Foto: Sophia Rabelo/4oito

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Os profissionais de enfermagem do Hospital Materno-Infantil Santa Catarina (HMISC), em Criciúma, entraram em greve nesta sexta-feira (6). A paralisação ocorre após uma manifestação em frente à unidade e tem como principal reivindicação o pagamento de diferenças no complemento salarial que, segundo a categoria, estão em atraso.

Os trabalhadores também pedem esclarecimentos sobre os valores que deveriam ter sido repassados. A mobilização reúne enfermeiros e técnicos de enfermagem da instituição. De acordo com o presidente do sindicato, Cléber Ricardo da Silva Cândido, a greve seguirá enquanto as reivindicações da categoria não forem atendidas.

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Atendimento durante a paralisação

Mesmo com a paralisação, parte dos serviços do hospital continua funcionando. O atendimento de emergência e da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) está mantido. Nos demais setores, o funcionamento ocorre com 50% dos profissionais da enfermagem em atividade, conforme informado pelos trabalhadores que participam do movimento.

Trabalhadores se juntam para maiores esclarecimentos | Foto: Sophia Rabelo/4oito

Profissionais pedem esclarecimentos

Durante a manifestação, os profissionais afirmaram que buscam informações detalhadas sobre os valores relacionados ao complemento salarial. Entre os participantes do movimento está a técnica de enfermagem Rainara Arajo, que acompanha as reivindicações da categoria no local.

“A gente está aqui para reivindicar os nossos direitos. Algumas colegas que tiveram empréstimos que foram negativadas por causa disso, que nunca haviam sido negativadas por algum motivo, agora por conta do IDEAS tiveram seus nomes negativados. O nosso piso da enfermagem, que já foi reduzido desde setembro, e no meu caso específico e algumas outras colegas também, o mês de fevereiro nós recebemos menos ainda", afirma Rainara.

A paralisação segue sem previsão de encerramento enquanto não houver resposta para as demandas apresentadas pelos trabalhadores.

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