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Fora de sintonia

Após pressão em cima do jogador, Doriva não relaciona atleta para enfrentar o Hercílio Luz
Por Lucas Renan Domingos Criciúma, SC, 27/02/2019 - 07:32
Pedro Bortoluzzo, o único em pé, está fora da partida de hoje. Foi opção de Doriva. Foto: Daniel Búrigo/A Tribuna
Pedro Bortoluzzo, o único em pé, está fora da partida de hoje. Foi opção de Doriva. Foto: Daniel Búrigo/A Tribuna

De titular a não relacionado. O fase ruim enfrentada por Pedro Bortoluzo custou caro ao camisa nove do Criciúma. Após mais uma atuação apagada contra o Figueirense, o jogador terá um tempo para esfriar a cabeça e se afastar da pressão. Ele não será uma opção para Doriva no jogo de hoje à noite, contra o Hercílio Luz.

Ainda pela manhã dessa quarta-feira, uma lista com os possíveis relacionados para o jogo, acabou vazando, já sem o nome de Pedro Bortoluzo. A informação foi confirmada depois. Na coletiva Doriva afirmou a ausência do jogador para a partida de hoje e justificou a escolha.

“O Pedro (Bortoluzo) não vai iniciar a partida porque não foi relacionado. Outro jogador vai entrar no lugar dele. Opção. É um atleta que está desgastado. Vocês sabem bem disso. Neste momento eu optei por deixá-lo fora. Temos que ter inteligência, sabedoria para utiliza-lo no momento que é conveniente”, disse o treinador.

Bom para os dois lados

O técnico assume que a pressão externa fez com que ele repensasse sobre a utilização do jogador novamente em um momento em que não vem tendo moral com a torcida. “Foi triste da última vez que o Pedro entrou no campo aqui (vaiado, no jogo diante do Oeste). Para mim foi um desapontamento. Porque eu acredito que o torcedor ele tem que encorajar. No final do jogo, se o atleta não foi bem, tudo bem, você vaia. Lógico que entendo o lado do torcedor, é passional, acompanha e quer o melhor para o clube. Como nós também”, comentou.

Mesmo chateado com a situação, Doriva acredita que a não escalação irá contribuir para o desempenho do atleta e será positiva para a equipe. “Aqui dentro está cheio de homens, chefes de família que estão buscando fazer o trabalho da melhor maneira possível. Não tem nenhum vagabundo aqui. A gente sente por isso. Eu como comandante, tenho que ter sensibilidade. Eu tive neste momento de tirar ele um pouco”, desabafou o técnico.