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“É injusto dizer que são R$ 33 mi porque R$ 14 mi foram recuperados”, fala ex-secretário Buligon

Ex-secretário de Estado e ex-prefeito de Chapecó defendeu a volta de Carlos Moisés ao Governo do Estado
Marciano Bortolin
Por Marciano Bortolin Criciúma, SC, 06/05/2021 - 19:30Atualizado em 06/05/2021 - 19:31
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O ex-secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e ex-prefeito de Chapecó, Luciano Buligon, também falou à Rádio Som Maior nesta quinta-feira, 6. Para ele, não deve-se falar em R$ 33 milhões, mais sim de R$ 14 milhões. “É injusto dizer que estamos tratando de R$ 33 milhões, estamos falando de R$ 19 milhões, porque R$ 14 milhões foram recuperados com articulação do governador com as instituições corretas, provocando os órgãos de controle do estado. Ele agiu corretamente e precisa ser reconhecido. Amanhã (sexta-feira) terá o reconhecimento deste importante tribunal da inocência do governador e nada mais justa que entregar para ele a caneta do executivo estadual para ele ir em busca dos outros R$ 19 milhões.

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Buligon também esclareceu que não fala somente como agente público, mas como alguém que é da área jurídica. “Esperamos que seja feito o reconhecimento. Quem está falando aqui é um cidadão que é da área jurídica. Sou conhecido como ex-prefeito de Chapecó, ex-secretário, mas sou professor da área do Direito, sou um estudioso desta matéria. Não é um depoimento só de um partidário, tenho uma admiração pelo governador Moisés, é o governador mais bem votado de Santa Catarina. os catarinenses foram às urnas e deram a ele uma eleição brilhante. Em, uma crise da Covid-19, ele tomou as decisões corretas”, enfatizou o ex-secretário de Estado, acrescentando que não descarta aceitar um possível convite de Moisés, caso este retorne ao Executivo. “Se ele me chamar eu vou correndo. Se ele entender que eu contribuo eu aceito, assim como aceitarei se ele entender ao contrário”, falou.