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CPI da Afasc montada, Arleu presidente

Primeira reunião do grupo foi realizada nesta terça. Em breve começam os pedidos de documentos
Denis Luciano
Por Denis Luciano Criciúma, SC, 19/11/2019 - 15:59Atualizado em 19/11/2019 - 16:17
Vereador Arleu da Silveira, presidente da comissão / Divulgação
Vereador Arleu da Silveira, presidente da comissão / Divulgação

Está oficialmente estruturada a Comissão de Inquérito que vai investigar a gestão financeira da Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma (Afasc). A primeira reunião do grupo de sete vereadores integrantes foi realizada na tarde desta terça-feira, 19, e serviu para definir a composição da mesa diretora dos trabalhos. O vereador Arleu da Silveira (PSDB), proponente da comissão, é o presidente.

"Comigo na presidência estarão ainda os vereadores Toninho da Imbralit (MDB) como relator e Aldinei Potelecki (Republicanos) como secretário", confirmou Arleu, que foi secretário de Governo do prefeito Clésio Salvaro (PSDB) e assumiu cadeira na Câmara no começo de outubro.

Confira também - A estreia da CPI da Afasc na Câmara

As reuniões da CPI da Afasc serão nas segundas-feiras, a partir das 14h, com sessão tendo duração de no máximo duas horas. Em breve já começa a fase de solicitação de documentos pelos componentes. A comissão foi criada a partir das recentes denúncias de desvios de carnes, que resultaram na Operação Bocas Famintas, da Polícia Civil, que apura as irregularidades.

"Os documentos que os vereadores acharem necessários, que queiram pedir para a Afasc, vão solicitar para a comissão para análise e encaminhamento à Afasc para que respondam com maior brevidade possível", explicou Arleu.

Toninho da Imbralit, o relator da comissão

A montagem da CPI por um grupo majoritariamente ligado ao Paço Municipal antecipou a intenção de vereadores alinhados à oposição, que vinham com movimentos de bastidores para propôr a investigação mas acabaram sendo antecipados pelo grupo governista. Fazem parte da CPI, ainda, os vereadores Julio Colombo (PSB), Edson Paiol (PP), Camila do Nascimento (PSD) e Pastor Jair Alexandre (PSC).