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Comece o dia bem informado: homicídios, eventos e estiagem

Mais da metade das cidades catarinenses não tiveram homicídios em 2020; existe possibilidade de flexibilização das regras para o setor de eventos e falta de chuva preocupa
Marciano Bortolin
Por Marciano Bortolin Criciúma, SC, 20/10/2020 - 06:41Atualizado em 20/10/2020 - 06:43

Mais da metade das cidades catarinenses não registraram homicídios em 2020 - Segundo dados da Diretoria de Informação e Inteligência (DINI), nesses últimos 10 meses do ano, mais da metade das cidades catarinenses não tiveram nenhum registro de homicídio. De acordo com o levantamento, dos 295 municípios, 173 deles (58.6%) não registraram nenhum homicídio em 2020. Outro fator importante é a taxa de resolutividade naquelas cidades onde houve homicídio. Em 48 cidades catarinenses a taxa é de 100% e em 55 a taxa é de 80%.

Uma vitória do setor de eventos para tentar voltar a trabalhar - A semana é de expectativa para o setor de eventos em Santa Catarina. Existe a possibilidade de uma flexibilização nas regras, em meio à pandemia de Covid-19, que pode levar à autorização para a retomada de eventos, mesmo em condições parciais na região sul. Foi o que ficou no ar a partir da reunião da tarde desta segunda-feira, 19, em Florianópolis, na qual estiveram representantes do setor de eventos de várias partes do estado junto com Federação Catarinense dos Municípios (Fecam), Ministério Público (MPSC), Secretaria de Saúde, Vigilância Sanitária, Corpo de Bombeiros e outros órgãos.

Falta de chuva coloca região sul em alerta - A falta de chuva já começa a preocupar em muitas regiões do estado. Na divisa de Santa Catarina com o Rio Grande do Sul, um rio importante para ambos os estado, o Pelotas, está praticamente seco em vários pontos. "O modelo coloca pouca chuva para os próximos meses e isso preocupa claro. A precipitação até aparece, mas é pequena. No inverno já foi pouca chuva e a umidade da terra está bem baixa. Na região de Forquilhinha o nível já deve começar a ser monitorado", afirma o climatologista Márcio Sônego.