Um eleitor foi encaminhado à Justiça Eleitoral após uma suposta boca de urna registrada na manhã deste domingo (4), na região do Colégio Marista, em Criciúma, durante as Eleições 2026.
O caso foi considerado de menor potencial ofensivo e já teve encaminhamento definido. A pessoa deverá comparecer ainda neste domingo para receber uma proposta de transação penal, desde que os antecedentes criminais permitam.
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O juiz eleitoral Rafael Spillere explicou que a medida busca dar mais agilidade ao procedimento e evitar um eventual processo. A ocorrência é de competência da 10ª Zona Eleitoral e será acompanhada pelos responsáveis pela unidade.
Suposta boca de urna pode resultar em transação penal
Segundo Rafael Spillere, a proposta de transação penal pode incluir:
- Pagamento de valor para uma instituição de caridade;
- Doação de cesta básica;
- Prestação de serviço à comunidade.
Caso a proposta não seja aceita, o Ministério Público poderá analisar o caso e, se houver fundamento, apresentar uma denúncia. Nesse cenário, a pessoa poderá ficar sujeita a uma pena de privação de liberdade.
Durante a manhã, outras denúncias também mobilizaram viaturas e equipes, mas foram enquadradas como situações de menor potencial ofensivo.
Segundo Spillere, houve ainda uma ocorrência envolvendo ato irregular de campanha, além da suposta boca de urna registrada na região do Marista.
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