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Bancos decidem sobre cobrança sobre limite do cheque especial

Medida instituída pelo Banco Central após uma resolução do Conselho Monetário Nacional
Vitor Netto
Por Vitor Netto Criciúma - SC, 07/01/2020 - 20:33Atualizado em 10/01/2020 - 10:43
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Desde segunda-feira, 6, os bancos brasileiros podem cobrar tarifas adicionais de até 0,25% de novos clientes sobre os limites de cheque especial com valores acima de R$ 500. A medida vale para pessoas físicas e MEI's e gerou polêmica durante o fim de semana, após a medida instituída pelo Banco Central. A iniciativa faz parte de uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), que também limitou o juro da modalidade para até 8% ao mês. Contudo, são os bancos que decidem sobre a cobrança adicional de 0,25% ou não. 

"Quem tem hoje o limite de até R$ 500, ele não poderá cobrar uma tarifa. Todo o valor acima pagará tarifa de 0,25%. Um exemplo: o cliente tem o limite de 10 mil reais no cheque especial. Ele pagará todos os meses 0,25% sobre os R$ 9.500, o que é equivalente a R$ 23,75 ao mês. Caso ele use o cheque especial, esse valor será deduzido do valor que ele pagar",  explica a gerente regional de desenvolvimento do Sicredi Sul, Karine Colombo Crocetta.

Para os clientes antigos, começa a valer a partir de junho. Novas ficam valendo a partir de agora. "Nenhum banco vai poder ter o juro a mais de 8%. A taxa é opcional. Várias operações financeiras já se posicionaram que vão e outras que não vão cobrar", comenta.