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Ex-funcionários da Colorminas cobram cerca de R$ 600 mil de rescisões trabalhistas 

​​​​​​​Protesto acontece na manhã desta terça-feira, em frente à sede da empresa em Içara

Por Thiago Hockmüller Criciúma, SC, 24/02/2026 - 11:35 Atualizado há meio minuto
Ex-funcionários cobram R$ 600 mil da Colorminas | Foto: Divulgação
Ex-funcionários cobram R$ 600 mil da Colorminas | Foto: Divulgação

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Ex-funcionários da Colorminas cobram cerca de R$ 600 mil em rescisões trabalhistas que não teriam sido pagas pela empresa. Um grupo com 20 trabalhadores protesta na manhã desta terça-feira (20), em frente à sede da companhia, no bairro Presidente Vargas, em Içara.

A manifestação é liderada pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região, Carlos de Cordes, o Dé. As demissões ocorreram no dia 15 de janeiro. A reportagem tentou contato com a empresa, mas não obteve sucesso até o fechamento desta matéria. O espaço segue aberto.

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“A empresa demitiu 24 trabalhadores e não pagou as verbas rescisórias. Os números ainda não estão fechados, mas a própria empresa nos falou no mês passado que gira em torno de R$ 500 mil a R$ 600 mil”, explica.

O presidente revelou que foram liberadas as guias do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e também do seguro-desemprego. “Há 15 dias conseguimos liberar os dias trabalhados e agora falta a rescisão de contrato de trabalho. Alguns trabalhadores estão muito preocupados, com muita necessidade de receber as suas verbas rescisórias e precisamos que isso aconteça o quanto antes”, declara.

Demissões e atraso geram protesto em fábrica de SC | Foto: Divulgação

Sindicato ameaça paralisação das atividades na Colorminas

Uma reunião estava marcada para a manhã desta terça-feira, mas, como a diretoria da empresa não compareceu, os trabalhadores decidiram pela manifestação. “Estamos na porta da fábrica esperando aqui uma reunião urgente com a direção da empresa”, afirma.

Caso não haja contraproposta, o sindicato diz que negociará com os trabalhadores a paralisação das atividades na empresa até que o acerto seja realizado. De acordo com o sindicalista, a Colorminas teria proposto parcelamento em 48 vezes e depois em 36, mas ambas as propostas foram recusadas.

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