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Balanço da gestão: dívida da saúde de Santa Catarina prestes a ser solucionada

Governador Moisés destaca as parcerias e os investimentos
Redação
Por Redação Florianópolis - SC, 28/12/2019 - 09:03
Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom
Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom

Prestes a completar um ano de mandato, o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva, realizou um balanço de um ano da sua gestão. Entre os pontos destacados por ele está a dívida da saúde, que era um problema histórico mas qu está prestes a ser solucionado. Entre os tópicos destacados por ele está a demora nas filas e as parcerias com os hospitais, que tem amenizado os problemas. 

Conforme ele, é inadmissível a espera em filas de, por exemplo, dois anos para uma consulta ou mesmo 10 anos por uma cirurgia. Para isso, um dos focos do governo foi de parcerias. "Num primeiro momento, com o sistema filantrópico de hospitais, melhorando o aporte de recursos e criando o sistema de produção. Nós colocamos metas, com objetivos a serem alcançados. Isso é público: está no site da Secretaria de Estado da Saúde. Lá diz o que um hospital precisa ter e produzir, que equipamentos ele precisa ter. Hospitais que recebiam R$ 2 milhões (mês) podem receber um pouquinho a menos, mas hospitais que não recebiam nenhum real passam a receber valores consideráveis. Tudo isso por conta dessa nova política de relacionamento", explica. 

Os investimentos também aumentaram. Em 2019 o investimento foi de R$ 190 milhões, praticamente o dobro do ano passado. "A expectativa é de, em 2020, investir R$ 300 milhões. O processo é bem transparente. No site, é possível ver o quanto cada um recebe e a nota deles. Os hospitais com melhor desempenho terão maior aporte de recursos, com até R$ 2 milhões para um hospital de nível 5, com até R$ 24 milhões por ano", comenta. 

De acordo com o governador, isso é um incentivo a mais para movimentar a saúde e a economia do estado. "Isso é atrativo para os hospitais, para que eles façam aquilo que o poder público necessita deles, que é diminuir as filas e aumentar o número de procedimentos, otimizando os recursos. Da mesma forma, também estamos criando esses indicadores de avaliação para os hospitais próprios do Estado", coloca. 

Por fim, Moisés ainda enxerga a possibilidade de parcerias público-privadas com a rede hospitalar. 

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