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Balanço da gestão: Governador Moisés avalia o estado e o Projeto Recuperar

Governador destaca a Infraestrutura, o Projeto Recuperar e o fim das ADRs
Redação
Por Redação Florianópolis - SC, 26/12/2019 - 08:31
Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom Governo de Santa Catarina
Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom Governo de Santa Catarina

Prestes a completar um ano de mandato, o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva, realiza um balanço de um ano da sua gestão. De acordo com ele, o Governo está mais enxuto e moderno. Em sua análise dos primeiros 12 meses à frente do Executivo estadual, o governador enfatiza o trabalho para sanear as contas públicas e vislumbra um aumento do investimento nas principais áreas ao longo dos próximos anos. A expectativa é de uma melhora na economia do país, mas sem esquecer que o dever de casa precisa ser feito. 

Conforme o governador, quando assumiu a gestão o Governo apresentava projetos inacadabados. "Nós pegamos um Estado sem planejamento. Esse é o sentimento. Havia muitos projetos e demandas setoriais, mas não se sabia para onde nós iríamos nem quais seriam as prioridades", coloca. 

Outro ponto destacado pelo governador, é a da infraestrutura do Estado, incluindo as rodovias de Santa Catarina. "Nós estabelecemos o objetivo de restaurar as condições de Infraestrutura do nosso Estado, que tinha 74% da malha viária em condições ruins ou péssimas. A partir daí, nós pensamos: como vamos potencializar os recursos destinados para a manutenção de rodovias, há décadas desprezadas? Em um movimento municipalista, decidimos entregar esses recursos às prefeituras para nos ajudarem de uma maneira associativa, por meio dos consórcios, a recuperar as estradas", explica. De acordo com ele, o município também ajuda na fiscalização, já que ele é muito mais presente nas ações locais e que isso colaborou para a criação do Projeto Recuperar.

Os contratos não favoráveis e o fim das Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs) também é algo observersado com bons olhos pelo governador. "Também começamos a verificar os contratos que o Estado tem com a iniciativa privada e não eram favoráveis em termos de economicidade. Estabelecemos prioridades a partir do fim das ADRs, mantendo uma relação mais próxima com as associações de municípios", coloca.

"Com essas ações, conseguimos enxergar o Estado hoje de uma forma mais leve. A Reforma Administrativa diminuiu o número de cargos comissionados, reestruturando a máquina. Queremos que as ações em infraestrutura proporcionem mais qualidade na segurança, na saúde e na educação", finaliza.