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As manifestações brasileiras e a posição das Forças Armadas

Em seu comentário, coronel Cabral analisa os recentes protestos no Brasil
Paulo Monteiro
Por Paulo Monteiro Criciúma - SC , 02/06/2020 - 11:42Atualizado em 02/06/2020 - 11:48
Foto: divulgação
Foto: divulgação

Volta e meia, em algumas manifestações nas ruas brasileiras, pessoas colocam faixas e cartazes que dizem “intervenção militar já”. Os manifestantes recebem apoio do presidente Jair Bolsonaro e também do General Heleno, nas entrelinhas de suas notas. O repúdio fica por parte das notícias da rede Globo que, ao mesmo tempo que critica tais ações, apoia o recente movimento de torcidas organizadas ditas em prol da democracia.

“Tudo isso não passa de um festival de bobagens que nada ajuda o país que sangra por todos os poros com a crise de saúde, financeira e agora política, potencializada por ações do Executivo, pelo Supremo que legisla e interfere em outros poderes, e pelo Legislativo sedento por uma boquinha nos fartos seios e pindorama”, disse o coronel Márcio Cabral.

Em meio à todos os movimentos diários que vão e vem em Brasília durante este período, segundo o coronel, esqueceram de perguntar as próprias Forças Armadas sobre o assunto. “Quando perguntada, a resposta veio em uma nota há três semanas atrás. As Forças Armadas tem a função de proteger a república, as liberdades individuais e coletivas, além do estado democrático de direito a fim de que a República possa funcionar com tempo”, disse.

Segundo Cabral,  os militares não mudarão nada em relação aos que governam o país - já que isso deverá ser feito através dos votos. “Para as Forças, cabe defender aquilo que você decidir nas urnas, portanto esqueça toda a solução que ruim ou boa vier pelo voto”, pontuou.

O coronel recomenda deixar para trás a cegueira da paixão partidária e torcer, principalmente, pelo Brasil. “Como diria o grande filósofo pescador meu avô, a vaca está indo para o brejo, e depois que ela for nem o quarteto fantástico, associado a liga da justiça e ao harry potter salvarão esse país”, destacou.