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Archimedes comenta sobre as eleições municipais

Jornalista destaca possibilidades das eleições em Criciúma
Paulo Monteiro
Por Paulo Monteiro Criciúma - SC, 17/01/2020 - 10:55Atualizado em 17/01/2020 - 12:47

Não há como negar que o grande evento de 2020 são as eleições municipais, que irão ocorrer em outubro, em que poderemos escolher o prefeito, o vice-prefeito e os vereadores da nossa e de cada cidade em questão. E apesar das candidaturas ainda não estarem postas oficialmente, cada município já sabe, em termos, quais são “as carinhas dos santinhos que serão espalhados município afora, em busca de popularidade e familiaridade” - segundo Archimedes Naspolini Filho.

“É na temporada das praias que o jogo político começa a ser jogado, é no veraneio em que são ensaiadas as coligações para o pleito majoritário de prefeito e vice. É no veraneio que políticos de primeira viagem fazem visitas a cabos e coronéis eleitorais e até empresários falando de suas intenções e namorando apoio futuro”, disse Archimedes.

O jornalista destaca ainda  que, neste ano, os partidos não poderão mais se coligar para as disputas no executivo e legislativo. Agora, para eleger um vereador, os partidos deverão fazer isto com as suas próprias forças. Não haverá mais a contagem de votos de quatro ou cinco partidos que, coligados, somam votos para os mais votados da coligação. 

“Partidos nanicos estão quase banidos da disputa, dificilmente farão uma legenda para eleger peLo menos um vereador, isto tudo em função da “mini reforma” eleitoral que privilegiou os partidos maiores”, ressaltou o jornalista.

Para as eleições municipais de Criciúma, Archimedes arrisca dizer que a eleição será plebiscitária, a favor da continuidade dos últimos dois anos - e, ao mesmo tempo, contra esta continuidade. “Ouço que as forças poderão se unir, para fazer frente ao atual inquilino do Paço que, erradamente, dá a impressão de ser o único que se tem para administrar o município. E convenhamos, todos sabemos que não é bem assim”, concluiu.