Com mais de R$ 1,3 milhão em investimentos, o Aeroporto Humberto Bortoluzzi, em Jaguaruna, passa por uma transformação estratégica. A sequência de aportes é liderada pelo consórcio Regional Sul Airports, concessionária responsável pela gestão do terminal pelos próximos 30 anos, com o objetivo de dotar o local da capacidade técnica e operacional necessária para atrair novos voos comerciais e viabilizar um terminal de cargas de grande porte.
A primeira fase das intervenções contemplou a revitalização completa da área operacional, incluindo nova sinalização, intervenções no pátio de aeronaves e nas pistas de táxi. A concessionária prepara agora a ampliação física do saguão de passageiros e a instalação de um elevador panorâmico.
"A Regional Sul Airports entende que não vamos conseguir trazer o movimento para o Aeroporto de Jaguaruna se não fizermos investimentos robustos na infraestrutura", declarou Eglon Buraseska, CEO do consórcio.
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Investimentos ultapassam R$ 1,3 milhões
Do total investido, R$ 500 mil foram destinados a projetos de mídias e comunicação para modernizar o terminal e elevar a experiência do passageiro. Outros R$ 300 mil custearão a instalação do novo elevador panorâmico, enquanto o estacionamento recebe cerca de R$ 250 mil em melhorias.
O pacote de investimentos inclui ainda R$ 200 mil aplicados na troca de vidros e reforma da cobertura, além de R$ 80 mil voltados à modernização dos sistemas de internet e telefonia.
Gestão busca frequência de voos
Na aviação comercial, além da consolidação de voos diários da Latam para Guarulhos, o aeroporto deve receber voos regionais da Azul, por meio do programa Voa Mais Santa Catarina. Também um voo em regime de pernoite com a GOL para Congonhas, pensado para facilitar viagens de negócios no mesmo dia rumo a São Paulo. Para atrair as companhias, o consórcio passou a zerar taxas de pouso, permanência e aluguéis operacionais.
O projeto de concessão para o sítio aeroportuário de 311 hectares projeta ainda a integração da malha aérea ao transporte multimodal do estado, aproveitando o trecho da BR-101 e a ferrovia conectada ao Porto de Imbituba.
"O transporte de passageiros é apenas uma das frentes. Estamos estruturando o terminal logístico de cargas e a implantação de um condomínio aeronáutico voltado à aviação executiva", concluiu Eglon Buraseska.
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