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* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito

Quais atividades crianças não vacinadas podem fazer?

Opinião de 828 especialistas norte-americanos
Por Renato Matos 25/05/2021 - 18:53Atualizado em 25/05/2021 - 18:57

Frente a grande cobertura vacinal contra o SARS-CoV2, o Centro de Controle e Prevenção de Doença (CDC) dos EUA publicou novas diretrizes a serem adotadas dentro do território norte-americano.

A partir de agora, pessoas totalmente vacinadas podem participar de atividades em qualquer ambiente (interno ou ao ar livre) sem necessidade de usar máscara ou manter o distanciamento físico.

A dúvida é como proteger as crianças – ainda não imunizadas - uma vez que não é possível saber se as pessoas sem máscaras que estão em lugares públicos estão realmente vacinadas.

Na edição do dia 21 passado, o New York Times publicou uma enquete realizada com 828 especialistas, entre epidemiologistas e infectologistas, para avaliar essa questão.
Bom saber que será uma fase temporária.

A Pfizer, que já testou e liberou as vacinas contra o Covid-19 para adolescentes acima de 12 anos, anunciou que espera vacinar crianças acima de 2 anos ainda em setembro deste ano.
Nos Estados Unidos da América, existem apenas 3 vacinas aprovadas para uso emergencial: as eficientíssimas Pfizer e Moderna e, um pouco atrás, as da Johnson & Johnson.
Na pesquisa do New York Times, a maioria dos especialistas afirma que as crianças só podem ir a lugares públicos com máscaras. 

Mais prudentes, 30% dizem que as crianças simplesmente não deveriam frequentar esses locais.

E quando famílias, com todos os adultos já vacinados, decidem socializar em lugares fechados?
27% respondem que concordam que adultos vacinados fiquem juntos, mas não as crianças.
26% optaram por manter todas as precauções sanitárias, apesar dos adultos já vacinados.
36% admitem a possibilidade de ficarem todos juntos, mas apenas com um número limitados de pessoas.

Em ambientes externos, quando as crianças não puderem usar máscaras (como praticando natação ou alimentando-se), 69% dos entrevistados concordam que, eventualmente, poderiam ficar próximas.
Em lugares fechados, ¾ dos pesquisados acham que não deveria ser permitido que crianças fiquem sem máscaras – o risco de infectar-se nesses lugares é muito alto.
O mesmo percentual acha necessário que crianças usem máscaras em playgrounds ou praticando esportes ao ar livre.

Se essa é a percepção entre os especialistas norte-americanos, onde quase 300 milhões de doses já foram aplicadas e o número de mortos e infectados pela Covid-19 caiu drasticamente, como fazer diferente com nossas crianças? 

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