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A última tentativa de salvar o casamento do bolsonarismo com o PSL não prosperou

Altair Magagnin
Por Altair Magagnin 25/11/2019 - 07:45Atualizado em 26/11/2019 - 08:30

Jair Bolsonaro adora metáforas com casamento. Se formos toma-las por base, durou pouco a união do bolsonarismo com o PSL. Foi o tempo de participar das eleições e nada mais. A relação não superou as primeiras brigas. E, uma tentativa de salvar este casamento aconteceu no dia 17 de agosto. O ato de filiações chamava: “no dia 17, vem para o 17”. Agora não é mais 17, é 38. Que, aliás, Bolsonaro diz que faz referência a ele mesmo, o 38º presidente eleito do período republicano, não ao calibre do revólver. Então, tá.

Mas, voltando ao 17, quem sobe a avenida Luiz Lazzarin, em Criciúma, ainda encontra um outdoor com o convite para o ato de filiações. Na imagem, o deputado federal Daniel Freitas, o presidente Jair Bolsonaro, o governador Carlos Moisés, e o presidente nacional do PSL, Luciano Bivar. Os quatro já não posam mais junto para a mesma foto, já não sentam juntos à mesma mesa.

O PSL foi uma barriga de aluguel para Bolsonaro. Dizem que, sem alternativas às vésperas da eleição, Bolsonaro teria ouvido de Bivar: “eu te dou o partido para as eleições e depois você me devolve”. E Bolsonaro devolveu o PSL, com um rico fundo eleitoral para participar das próximas eleições, mas sem a sua principal grife, o próprio Bolsonaro, que agora parte para consolidar uma sigla para chamar de sua: Aliança pelo Brasil.

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