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DEIXE AQUI SEU PALPITE PARA O JOGO DO CRICIÚMA!
* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Por Alex Maranhão 05/03/2025 - 08:30 Atualizado em 05/03/2025 - 08:40

A direção do Criciúma Esporte Clube tomou decisões significativas ontem à tarde culminando na demissão do executivo de futebol, Juliano Camargo, e do coordenador técnico, Éder Citadin. Essas mudanças refletem a busca por uma reestruturação no departamento de futebol após resultados insatisfatórios.

Juliano Camargo retornou ao clube em agosto do ano passado, após uma passagem bem-sucedida anteriormente. No entanto, nesta segunda passagem, o Criciúma enfrentou dificuldades, incluindo o rebaixamento para a Série B , perda da vaga da Copa do Brasil 2026 , Projeto Tri Campeonato falhou , e contratações que não corresponderam às expectativas. Esses fatores contribuíram para a decisão da diretoria em buscar uma nova liderança no departamento de futebol.

Éder Citadin, ídolo do clube e ex-jogador, assumiu o cargo de coordenador técnico após sua aposentadoria em agosto passado. Sua demissão gerou controvérsias, especialmente pela forma como foi comunicada. Éder afirmou ter tomado conhecimento de sua saída pelas redes sociais, o que levanta questões sobre a condução do processo pela diretoria.  

Para que o Criciúma retome o caminho das vitórias e conquistas, é essencial que todos os departamentos e setores do clube trabalhem de forma unida e alinhada. Um líder com pulso firme, decisões estratégicas e ousadia será fundamental para recolocar o “navio” na rota das vitórias e conquistas , devolvendo ao torcedor a alegria de ser carvoeiro.

Parafraseando Vanderlei Luxemburgo :
“O Futebol é uma máquina de Moer Profissionais”

Por Alex Maranhão 03/03/2025 - 14:18 Atualizado em 03/03/2025 - 14:20

O Criciúma foi eliminado pelo poderoso Joinville nas quartas de final do Campeonato Catarinense. A equipe carvoeira, que vive um momento de instabilidade sob o comando de Zé Ricardo, ainda não conseguiu apresentar atuações que convençam o torcedor a confiar nesse time.

As vitórias sobre o JEC e o Avaí na fase classificatória trouxeram um ponto de esperança à torcida, mas a atuação ruim no jogo de ontem confirmou o que já era tido como certo por torcedores e analistas de futebol: houve erro de planejamento. Desde a saída de Vilmar Guedes, a escolha do novo presidente, a demora na montagem do elenco e o baixo nível de qualidade dos atletas contratados para resolver o problema — que era grande — comprometeram a missão do tri campeonato.

O Criciúma não teve competência para chegar sequer à final de um campeonato fraco, de baixo nível, com times que contam com atletas que jogavam na várzea até dias atrás. Faltou capacidade, faltou humildade para reconhecer os erros, ajustar a rota, contratar melhor e oferecer ao treinador soluções de bom nível.

Com isso, dois ativos importantes para o clube e sua apaixonada torcida foram comprometidos:
o tri campeonato, que não vem há 34 anos, e a vaga na Copa do Brasil 2026, que sempre colocou milhões nos cofres do clube.

É preciso humildade por parte dos gestores do Tigre para reconhecer os erros e fazer o que deve ser feito para que o time volte a ser hegemônico no estado e traga alegria ao seu fanático torcedor!

Por Alex Maranhão 26/02/2025 - 11:02 Atualizado em 26/02/2025 - 11:03

O Criciúma confirmou seu favoritismo e avançou para a próxima fase da Copa do Brasil ao vencer o Operário-MS por 1 a 0, com gol de Morelli, eleito o melhor em campo. Em uma partida controlada, o Tigre mostrou superioridade, consistência e criou as melhores oportunidades, podendo até ter ampliado o placar.

O técnico Zé Ricardo destacou-se ao optar por um sistema com três zagueiros, estratégia que vem se consolidando a cada jogo. Nos últimos dois confrontos, o time alcançou duas vitórias sem sofrer gols, evidenciando a eficácia da decisão do treinador.

Além disso, os jogadores Popó e João Carlos têm justificado suas titularidades com desempenhos sólidos em campo.

Faz o pix CBF

Com a a classificação, o Criciúma garante uma premiação de R$ 1,5 milhões de reais, valor destinado aos clubes avançam da primeira fase da Copa do Brasil. Esse montante representa um reforço importante no caixa do clube , e um forte aliado em busca de reforços para a temporada 

Por Alex Maranhão 24/02/2025 - 08:08 Atualizado em 24/02/2025 - 08:09

Avaí e Criciúma fizeram um clássico que valia a liderança do campeonato. Duas equipes com várias alterações, mas que não escondiam a grandeza e a magnitude do confronto . Duas camisas pesadas, com uma rivalidade histórica entre a capital e o sul do estado, que ultrapassa gerações.

No jogo, o Criciúma não tomou conhecimento do Avaí e fez 3 a 0 ainda no primeiro tempo, de forma tranquila. Com ousadia e coragem, o técnico Zé Ricardo apostou em três zagueiros e na dupla Popó e João Carlos no ataque. Os dois destruíram o sistema defensivo avaiano.

O Avaí errou muito no clássico, faz parte do jogo, mas o Tigre soube aproveitar as oportunidades. Foi efetivo, matou o jogo com méritos e saiu gigante após uma vitória expressiva no confronto. Com o resultado, o Criciúma assume a liderança e se fortalece depois de algumas atuações abaixo da crítica.

Pensando na fase decisiva do Catarinense, essa vitória dá moral e manda um recado aos adversários: o Tigre está muito vivo na luta pelo tricampeonato catarinense!

Por Alex Maranhão 17/02/2025 - 08:21 Atualizado em 17/02/2025 - 08:26

O Criciúma frustrou seu torcedor mais uma vez. Quando todos esperavam uma postura diferente  uma equipe mais agressiva, mordida, querendo mostrar por que são os atuais bicampeões do estado – não foi isso que se viu. Faltou coragem, ousadia e, principalmente, qualidade ofensiva à equipe de Zé Ricardo.

O jogo (0 a 0) foi feio de se ver. O Criciúma esbarrou na forte marcação do organizado time do Marcílio Dias, que, com seu modelo 4-5-1, povoou o meio-campo e obstruiu justamente o que há de melhor na equipe de Zé Ricardo: o jogo interior com seu losango. O Criciúma teve imensa dificuldade para penetrar na defesa adversária, enquanto o Marcílio assistia confortavelmente ao Tigre rodar a bola próximo à zona defensiva, sem conseguir, de fato, ser ofensivo.

O Criciúma sofreu com a falta de qualidade, principalmente no setor ofensivo. Neto Pessoa, Pópó e Eduardo Mello são bons jogadores, mas estão longe de ser o camisa 9 letal e goleador ao qual o exigente e saudoso torcedor carvoeiro se acostumou a ver. Nomes como Zé Carlos, Léo Gamalho e companhia – que eram cruéis com os adversários, marcando 20, 25 gols por temporada – continuarão ecoando nas arquibancadas do HH. Enquanto a diretoria não assumir o erro, corrigir a rota e entender que qualidade custa caro, não adiantará ter milhões em caixa se os atletas não entregam o que o clube precisa dentro das quatro linhas. Dificilmente o cenário irá mudar sem essa consciência. É preciso coragem e ousadia da direção para fazer o que tem de ser feito.

Parafraseando Niltinho Rebello: “O Tigre namora, mas não beija.” E o campo vem mostrando isso há cinco jogos seguidos.

Por Alex Maranhão 13/02/2025 - 14:28 Atualizado em 13/02/2025 - 14:34

O Criciúma recebeu o Caravaggio ontem (12), no HH, em um confronto que marcou o primeiro duelo na elite estadual entre as duas equipes. No jogo, o Criciúma iniciou dominante, fez um bom primeiro tempo e criou chances, mas esbarrava na falta de qualidade e inspiração de seu sistema ofensivo. Abriu o placar em uma bola parada com Rodrigo, mas parou por aí.

O Caravaggio, diante de todas as adversidades, soube sofrer, baixou suas linhas de marcação, competiu ao extremo e chegou ao empate de pênalti com o capitão Henik (melhor jogador da partida). Na segunda etapa, tudo mudou: o Caravaggio, comandado pelo corajoso Luís Carlos Cruz, percebeu que o bicho papão não era tão feio assim e, logo no início, virou o placar para 2 a 1.

A partir daí, viu-se um Criciúma desorganizado, pouco inspirado, com baixa intensidade e sem poder de fogo, e um Caravaggio que se agigantou, competiu no seu limite, derramou a última gota de suor no Heriberto e deixou tudo em campo para merecer a vitória. O Azulão da Montanha fez valer a força e a fé de um povo simples, guerreiro e que crê em milagres, contando com o incansável senso coletivo de um time que não desistiu e não se acovardou. Uma vitória histórica que premia o esforço, a disciplina e a coragem do time do principado do Caravaggio.

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