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Vereadores diminuem salários em Criciúma

Serão 16 ganhando 10% a menos e o presidente devolverá 20%. Reduções de prefeito e vice também serão votadas
Denis Luciano / Marciano Bortolin Criciúma, SC, 07/04/2020 - 17:17Atualizado em 07/04/2020 - 20:41
Tita Beloli, Clésio Salvaro e Ricardo Fabris terão cortes nos salários / Divulgação
Tita Beloli, Clésio Salvaro e Ricardo Fabris terão cortes nos salários / Divulgação

Estão definidos detalhes dos projetos que estabelecem a redução de salários de agentes políticos de Criciúma para colaborar com recursos visando o combate à pandemia de coronavírus. Além do corte já anunciado de mais 20% no salário do prefeito Clésio Salvaro (PSDB) - a redução no caso dele chegará a 50% agregando à diminuição de 30% que vigora desde 2017 -, serão cortados 20% dos vencimentos do presidente da Câmara, vereador Tita Beloli (PSDB), 10% do vice-prefeito Ricardo Fabris (PSD) e 10% dos demais 16 vereadores.

No caso do vice, já havia o corte de 30% - o mesmo do prefeito - em vigor desde 2017. Logo, na soma Ricardo Fabris receberá 40% em relação ao vencimento original. Os secretários municipais não foram incluídos na relação de cortes que serão votados nesta quarta no Legislativo, em sessão remota que começa às 17h.

O líder do governo na Câmara, vereador Aldinei Potelecki (Republicanos), diz que na reunião convocada na última quinta-feira, o prefeito solicitiou que os vereadores elaborassem o projeto de redução. "Este projeto tem que partir dos vereadores, então o prefeito nos solicitou e também nos pediu que fizessemos este gesto", comenta o vereador, acrescentando que esta redução dos salários valerá enquanto o decreto de situação de emergência estiver em vigência.

O município projeta uma economia de até R$ 1 milhão com as reduções de vencimentos.

Mais cortes no Legislativo

Além do corte dos salários, Potelecki acrescenta que a Mesa Diretoria avalia outros cortes na Casa Legislativa. "Não são só os salários que serão diminuídos. Está sendo analisado um pacote de cortes", finaliza.

Tags: coronavírus