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Vaguinho garante creches abertas para alimentação de crianças durante greve da Afasc

Unidades estarão abertas para atendimento das mais de 6 mil crianças acolhidas a partir desta quarta-feira

Por Davi Brabos Criciúma, SC, 12/05/2026 - 10:31 Atualizado há 2 minutos
Vaguinho confirma manutenção dos serviços de alimentação - Foto: Enio Biz/4oito
Vaguinho confirma manutenção dos serviços de alimentação - Foto: Enio Biz/4oito

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As creches administradas pela Afasc (Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma) estarão abertas a partir desta quarta-feira (13) durante a greve dos professores no município. A informação foi confirmada pelo prefeito de Criciúma, Vaguinho Espíndola.

Vaguinho garante que as portas estarão abertas para a alimentação das crianças atendidas. "O que está me interessando é garantir com que as nossas crianças sejam acolhidas, e recebam uma alimentação", disse, em entrevista ao Programa Adelor Lessa. Ele também comentou sobre pais que não foram trabalhar por não terem onde deixar os filhos.

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Para o prefeito, a decisão da greve aconteceu por motivos políticos, pois reivindicações para reajustes salariais já aconteceram em outros momentos. Este ano, a Afasc recebeu um aumento salarial acima da inflação, mas o sindicato solicitou pelo pagamento integral do piso nacional do magistério, que resultaria em um aumento de 63%. 

"Este ano entrou um ingrediente que até então parecia um pouco invisível, mas deu as caras, o ingrediente político. Ao ponto de no dia de hoje nós termos crianças que não foram para as creches e que não tiveram o que comer", avalia.

Paralisação afeta mais de 6 mil crianças no município - Foto: Enio Biz/4oito

Prefeitura considera paralisação "inaceitável"

Em um comunicado emitido pela prefeitura, o município garantiu que irá adotar todas as medidas necessárias para manter os serviços na Afasc ativos. A greve em todas as unidades teve início na manhã desta terça-feira (12).

A nota reconheceu o direito de manifestação dos professores, mas reforçou a contrariedade à paralisação, principalmente por conta das necessidades de pais e alunos acolhidos. "Inaceitável que uma paralisação penalize justamente as crianças e famílias que mais dependem desse serviço", destaca o documento.

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