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Setor de eventos faz carreata na BR-101

Protesto será nesta sexta e vai reunir empresários e trabalhadores de Passo de Torres a Laguna
Denis Luciano
Por Denis Luciano Criciúma, SC, 24/09/2020 - 18:44Atualizado em 24/09/2020 - 18:52
Nesta semana houve uma caminhada em Criciúma / Foto: Eduardo Schaucoski / Especial / 4oito
Nesta semana houve uma caminhada em Criciúma / Foto: Eduardo Schaucoski / Especial / 4oito

O mais volumoso protesto contra a interrupção das atividades do setor de eventos em Santa Catarina durante a pandemia de Covid-19 deverá ser realizado nesta sexta-feira, 25, na região sul. Lideranças, empresários e trabalhadores do setor de eventos programaram um ato que vai começar em Passo de Torres, ganhar corpo ao longo do percurso e terá seu ponto culminante em Laguna.

"Vai acontecer em forma de carreata", confirmou a decoradora Daiane Savi, uma das lideranças do movimento em Criciúma. A ideia inicial era parar o tráfego na BR-101 por alguns minutos, mas essa possibilidade foi vetada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). "Parar a BR-101 não é possível, a PRF não libera. Nosso ato será desde Passo de Torres até Laguna, vamos parar em um local específico para reforçar o protesto", detalhou

"Não vamos atrapalhar a BR, vamos parar em um determinado ponto. Vamos ocupar uma pista e teremos escolta da PRF e apoio das PMs das cidades por onde passaremos. Todos já foram comunicados do protesto por ofício", explicou Daiane.

Em Criciúma, os manifestantes vão se reunir às 14h no Parque das Nações. Dali, partirão para a rótula da Via Rápida, onde se agregarão aos que vierem em carreata desde o sul.

A expectativa

A atualização do mapa de risco pela Secretaria de Estado da Saúde para o coronavírus, nesta quinta, não apresentou novidades. A região carbonífera segue na cor laranja, ou seja, em situação grave. Para modificar o quadro no sentido de poder liberar os eventos, é necessário chegar ao amarelo. 

"Temos uma reunião na quarta que vem em Florianópolis, na Secretaria de Estado da Saúde. Vão três representantes de Criciúma. Queremos ser ouvidos e buscar alguma novidade para tentar essa retomada", apontou Daiane. "O que queremos, sabemos que é difícil sair do laranja, que a gente possa retomar com uma capacidade menor, e que todo o setor de eventos esteja incluso", arrematou.