Ir para o Conteúdo da página Ir para o Menu da página
Carregando Dados...

Saúde em pauta na Câmara de Vereadores de Criciúma

Hoje a cidade conta com 48 Unidades Básicas de Saúde, mesmo assim, as filas crescem
Por Redação Criciúma - SC, 24/04/2019 - 09:15
(foto: divulgação)
(foto: divulgação)

Falta de médicos, filas na saúde, falta de requisições e de funcionários, foram alguns dos assuntos abordados no Horário Político na Sessão desta terça-feira (23) com a secretária de Saúde do Município, Franciele Gava e com o assessor jurídico Dr. Izo Cadorin. Participaram por solicitação da Comissão de Saúde do Legislativo e prestaram esclarecimentos das atividades e planejamento da pasta. Esse é um dos grandes assuntos abordados pelos parlamentares, durante as sessões ordinárias.

Conforme dados apresentados, o Município possui hoje 48 Unidades Básicas de Saúde distribuídas em cinco distritos sanitários localizados nos bairros Boa Vista, Centro, Próspera, Rio Maina e Santa Luzia.

“Nesse cinco distritos temos uma Unidade Básica de Saúde como espécie de referência onde existe pediatra, ginecologista, assistente social. Uma unidade que acaba sendo apoio para organizar a secretária”, pontuou a secretária.

A estrutura do setor de saúde do Município conta atualmente com 38 equipes de Estratégia Saúde da Família, que são modelos de atenção básica preconizada pelo Ministério da Saúde.

São ainda 14 Unidades Básicas de Saúde, uma Unidade de Pronto de Atendimento, um Pronto Atendimento (bairro Boa Vista) e um veículo para Serviço Móvel de Urgência (Samu). “Contamos também com profissionais de farmacêutico, educador físico, nutricionista, psicólogo e fisioterapeuta”, comentou Franciele.

O número de profissionais disponíveis a população foram apresentados. São: 92 enfermeiros, 183 médicos, 125 agentes comunitários, 18 fisioterapeutas, 24 farmacêuticos, 12 nutricionistas e 30 psicólogos. Ela também falou da construção de uma UPA no Rio Maina.

Filas

As filas na saúde também foram abordadas pelos vereadores, além da falta de médicos, a sobrecarga das vacinadoras. Quanto ao médico angiologista, a secretária enfatizou que essa é uma dificuldade não somente de Criciúma e é um problema do consórcio que não há especialista.

Os problemas das unidades de saúde também foram apontados. Os vereadores ainda mencionaram que percorrem as unidades de saúde e ouvem muitas reclamações da população.

Tags: saúde