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Recordista mundial, criciumense planeja nova volta ao mundo em 2027

Desta vez, trajeto por 35 países será de barco, durante 15 meses

Por Davi Brabos Criciúma, SC, 17/03/2026 - 17:01 Atualizado há meio minuto
Catamarã será utilizado para a viagem de 50 mil quilômetros - Foto: Reprodução/Instagram/andreborgesdefreitas
Catamarã será utilizado para a viagem de 50 mil quilômetros - Foto: Reprodução/Instagram/andreborgesdefreitas

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O criciumense André Freitas, detentor do recorde mundial de volta ao mundo mais rápida de helicóptero, está planejando mais uma grande aventura pelo planeta. Aventura, inclusive, será o nome do barco que o empresário irá utilizar para dar mais uma volta ao mundo, com previsão de 15 meses de viagem.

Em 2024, ele viajou 35 países de helicóptero em 106 dias, e entrou para o Guinness Book (o livro dos recordes), como volta ao planeta mais rápido por este meio de transporte.

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"Assim que eu cheguei da volta ao mundo, me deu vontade de repente fazer uma outra coisa ousada também. Eu ando de barco e tenho barco já há mais de 20 anos, Aí eu pensei, de repente, fazer uma volta ao mundo de barco", conta André Freitas, ao Programa Adelor Lessa.

"Eu sou um cara aventureiro, mas eu acho que a gente começa a ficar um pouco mais velho e começa a querer aproveitar um pouquinho mais as oportunidades que a gente tem na vida", acrescenta.

A aventura está prevista para iniciar em 9 de janeiro de 2027, mas André sairá cerca de 40 dias antes, da França até a região do Caribe, de onde iniciará a viagem. "O mundo é grande, são 50 mil quilômetros que a gente vai velejar", destaca.

Criciumense entrou para o Guinness Book após volta ao mundo de helicóptero - Foto: Reprodução/Instagram/andreborgesdefreitas

Viagem de catamarã é novidade para André

Desta vez, a forma com a qual vai viajar a Terra será uma novidade até para o empresário, que nunca velejou um catamarã na vida. A expedição, que novamente passará por 35 nações, será de novo ao lado do piloto inglês Peter Wilson, assim como em 2024.

"A ideia agora é fazer essa volta ao mundo no catamarã, que é um barco com dois cascos. O catamarã não é um veleiro de um casco só, é um barco com dois cascos à vela", explica. "Vai ser uma coisa totalmente nova entrar no catamarã. Vou ter aí até final do ano para aprender a velejar e fazer cursos", continua.

Para Janaína, esposa de André e que também participou da viagem em 2024, a sensação é de tensão, principalmente por conta do novo meio de transporte. "Coração bem apertado, da outra vez ele já era piloto há mais de 20 anos, já tinha uma experiência gigantesca no que ele tava fazendo, e agora não", revela.

Volta ao mundo passará por 35 países

Iniciada no Caribe, a volta ao mundo será literalmente uma volta ao mundo, e terminará no ponto de origem. Ao todo, o trajeto vai passar por 35 países, assim como a viagem de helicóptero.

"A gente sai do Caribe, vai pelo canal do Panamá, passa por cima de Galápagos, ali no Equador, e vai para as ilhas da Polinésia Francesa. Depois a gente passa em Fiji, Tonga, Austrália, a gente sobe o norte da Austrália, vai para as Ilhas Maurícios, na África do Sul, Cabo das Tormentas, depois a gente vai a Fernando de Noronha, atravessando o Atlântico. Aí a gente vai pro Caribe de volta e fechou o círculo dos 15 meses", destrincha.

Durante os 15 meses, serão 22 paradas, que serão utilizadas para reabastecimento de água, combustível, alimentos e também reparos no barco. 

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