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Quase 30% acima do nacional: SC tem o segundo maior salário mínimo regional do país

Diferença em relação ao valor nacional pode ser de até R$ 485

Por Davi Brabos Criciúma, SC, 12/04/2026 - 13:46 Atualizado há 2 horas
Valores variam entre R$ 1.842 e R$ 2.106 - Foto: Roberto Zacarias/SecomGOVSC
Valores variam entre R$ 1.842 e R$ 2.106 - Foto: Roberto Zacarias/SecomGOVSC

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Santa Catarina passou a ter o segundo maior salário mínimo regional do Brasil após a sanção da nova lei pelo governador Jorginho Mello. Com o reajuste, os pisos estaduais variam entre R$ 1.842 e R$ 2.106, valores que superam o salário mínimo nacional (R$ 1.621), em até 29,9%.

O aumento aprovado foi de 6,49%, garantindo ganho real aos trabalhadores catarinenses, já que o percentual ficou acima da inflação de 2025. Na prática, mesmo a menor faixa paga no estado representa R$ 221 a mais que o piso nacional, enquanto a maior chega a uma diferença de R$ 485.

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O piso regional é aplicado a trabalhadores que não possuem salário definido por legislação federal ou por acordos coletivos, funcionando como uma garantia mínima para diversas categorias.

Estado vive momento positivo com expansão do mercado de trabalho - Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Pisos ficam distribuídos em quatro faixas

Com a nova lei, os pisos catarinenses ficam distribuídos em quatro faixas, conforme as atividades econômicas:

  • Primeira faixa: passa de R$ 1.730 para R$ 1.842, abrangendo trabalhadores da agricultura, pecuária, indústrias extrativas, pesca e aquicultura, empregados domésticos, construção civil, entre outros.
  • Segunda faixa: passa de R$ 1.792 para R$ 1.908, incluindo trabalhadores das indústrias do vestuário, calçados, papel e papelão, comunicações e telemarketing, entre outros.
  • Terceira faixa: passa de R$ 1.898 para R$ 2.022, abrangendo trabalhadores das indústrias químicas e farmacêuticas, alimentação e comércio em geral.
  • Quarta faixa: passa de R$ 1.978 para R$ 2.106, destinada a setores como indústrias metalúrgicas, mecânicas, gráficas, processamento de dados, motoristas e trabalhadores de serviços de saúde.

Os novos valores têm efeito retroativo a 1º de janeiro de 2026. Segundo o governo estadual, a medida reforça a valorização dos trabalhadores e contribui para o aquecimento da economia catarinense.

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