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Quarentena para professores ainda causa polêmica

Secretária de Educação explica porque não foi realizado concurso neste ano
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 12/11/2019 - 08:40Atualizado em 12/11/2019 - 08:42
Roseli de Lucca / Foto: Arquivo / 4oito
Roseli de Lucca / Foto: Arquivo / 4oito

Ontem foram abertas as inscrições para o processo seletivo simplificado de professores admitidos em caráter temporário (ACTs) no processo seletivo de 2020. O que causa polêmica é a impossibilidade de professores que já estavam trabalhando concorrerem novamente. Eles podem ter contrato por dois anos e depois devem ficar 1 ano de quarentena.

“Ontem nós tivemos uma assembleia com a presença de várias pessoas. Agora está colocada a quarentena, que na alegação do município é verdadeiro e cumpre um termo de conduta assinado em 2016”, disse a presidente do Sindicato de Servidores de Criciúma, Jucélia Vargas. No começo de novembro a Prefeitura de Criciúma enviou documentos ao Ministério Público para liberar a contratação de professores nesta condição.

Segundo a secretária de Educação, Roseli de Lucca, retirar a quarentena é um desejo do município, principalmente para a educação, já que muitas vezes existe a necessidade de substitutos. A presidente do Sindicato dos Servidores questiona a falta de um concurso público para suprir as vagas, algo que conforme Roseli, não aconteceu devido as novas leis que o governo federal está elaborando.

“Tínhamos um concurso público em vigência, tanto que em 2018 chamamos 110 professores. Como tem essa reforma administrativa e que se espera que seja votada em 2020, que é um ano eleitoral, então o concurso público pode ser feito, mas não podem ser chamados”, destacou a secretária de Educação.

Tags: educação