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Prefeito Ricardo Fabris garante que Criciúma não para

Político assumiu o cargo na quinta-feira e segue até o dia 20
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 11/01/2019 - 07:57Atualizado em 11/01/2019 - 08:03

Ricardo Fabris agora é prefeito de Criciúma e segue na função pelos próximos dez dias. A transição foi realizada na tarde de quinta-feira (10), na Sala de Atos do Paço Municipal Marcos Rovaris. "É uma decisão política", confirmou em entrevista ao Programa Adelor Lessa. Clésio Salvaro retorna para o cargo no dia 20 de janeiro.

“Vamos dar continuidade ao que o prefeito Clésio Salvaro fez. Não para, nós temos um secretariado muito bom. Em qualquer situação a cidade não para”, garantiu. Fabris deverá manter o que o prefeito Salvaro vem realizando, tocando as obras na cidade. Essa também é uma oportunidade de aprendizado, conforme destacou.

Uma das obras que deverá ser iniciada ao longo de 2019 é a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Rio Maina. A construção deve ser uma parceria envolvendo o Governo do Estado e o Governo Municipal. Ainda não foi divulgado qual o orçamento previsto. A UPA da Próspera foi inaugurada no fim de junho e vem tendo um bom desempenho.

“Transforma a policlínica e faz uma grande unidade de saúde, o Rio Maina vai ser uma das regiões mais bem administradas. Depois da inauguração, o Parque dos Imigrantes está todos os dias lotados. O Parque dos Imigrantes vai ser uma referência assim como é o Parques das Nações, pode onde passaram 500 mil pessoas no ano passado”, afirmou.

Governo do Estado

Ricardo Fabris também falou sobre o Governo do Estado e a crise que atinge o PSL. De acordo com ele, Carlos Moisés foi convidado para a inauguração do Parque dos Imigrantes e não compareceu, onde seria uma oportunidade para realizar seu primeiro ato do tipo. O prefeito interino também comentou a disputa interna que acontece no partido do governador.

“Eu achei muito cedo essa crise, com dez dias de governo, o partido do governador rachou por uma questão de cargos. Na verdade houve uma ocupação de espaço no governo, o presidente (Lucas Esmeraldino) ocupou praticamente todo o Sul. Essa não é a política nova que o catarinense quer. É preciso de uma política de relacionamento com as entidades, com as indústrias”, analisou.

 Confira a entrevista na íntegra: