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Porto Seco poderá gerar 1.000 empregos diretos

Instalação voltou a ser discutida em Criciúma, investimento necessário é de R$ 5 milhões
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 27/09/2019 - 08:32Atualizado em 27/09/2019 - 09:37
(foto: reprodução)
(foto: reprodução)

Sonho antigo, a criação de um Porto Seco em Criciúma voltou a ganhar força. O local foi adquirido em 1995, em área que abrange a Primeira Linha e São João, com 580 mil metros. O problema é que não existe pavimentação até lá, algo que exigiria investimento de aproximadamente R$ 5 milhões.

“É uma pauta que sem dúvida vai gerar emprego e renda para a nossa cidade. Esperamos que gere mais de 1.000 empregos diretos”, comentou o presidente da Câmara de Vereadores de Criciúma, Miri Dagostim (PP). “Criciúma precisa da geração de emprego e renda e a Câmara de Vereadores deve sempre estar presente”, completou o vereador.

Conforme o presidente da Câmara, são 2 quilômetros que necessitam de pavimentação, para que o acesso ao ambiente onde será o Porto Seco possa ser feito com tranquilidade. O próximo passo será uma audiência pública, com a presença de deputados estaduais e federais, para mostrar como o Poder Público deve ajudar em situações como esta.

“É uma história bastante longa. Foram muitas as tentativas sem sucesso. Acendeu uma luz, ontem fizemos mais uma das tantas reuniões, com o comparecimento de 21 proprietários. Deu a esperança para o empresariado como um todo, querem construir, mas sem a pavimentação ninguém arrisca iniciar”, disse o presidente do Setransc, Lorisvaldo Piucco.

Segundo ele, a construção do Porto Seco deverá ajudar a mobilidade dentro de Criciúma. “É notório que os caminhões atrapalham, são veículos longos. Realmente preocupa, mas entre outros planos era isso, tirar os caminhões pesados da cidade. Eles também detonam as estradas e o que tem por baixo do asfalto”, concluiu.

Tags: porto seco