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Os portais de transparência na pauta para hospitais filantrópicos

Comissão da Alesc aprova projeto com este teor. Em Criciúma, Hospital São José mantém portal há cerca de um ano
Paulo Monteiro
Por Paulo Monteiro Criciúma, SC, 06/11/2019 - 14:42Atualizado em 06/11/2019 - 14:47
Divulgação
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Foi aprovado nesta terça-feira, 5, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa (Alesc), um projeto de lei que obriga os hospitais filantrópicos a criarem portais de transparência. Proposto pelo deputado Volnei Weber (MDB), o projeto promete trazer mais transparência e controle de gastos para os hospitais públicos, e, na próxima etapa, será analisado pela Comissão de Finanças.

De acordo com o projeto, a página deverá conter todos os dados da parceria entre o hospital e o poder público, fazendo com que qualquer pessoa tenha acesso aos contratos e convênios firmados e respectivos processos administrativos, além de eventuais aditivos, editais, extratos de contratos, relatórios de execução físico-financeira e outros documentos que envolvem controles, até mesmo de conta bancária específica para a movimentação de recursos de contratos e convênios com o poder público. 

O Hospital São José (HSJ), de Criciúma, já possui um portal da transparência desde o ano passado. As informações, conforme a direção, estão disponíveis "com fácil compreensão para a comunidade". “Ao entrar em nosso site, hsjose.com.br, é só ir no canto superior direito para acessar o portal da transparência. Lá apresentamos dados de contrato, certificações e dados estatísticos, como a estatística do ano e o balanço social do ano anterior. Todas essas informações estão disponíveis para a população”, explicou a assessora de Comunicação do HSJ, Katia Farias.

De acordo com a assessora, a criação de um portal da transparência para o HSJ foi iniciativa do próprio hospital - uma forma de aproximar as pessoas de informações importantes. “Por ser um hospital filantrópico, a ação foi realizada pelo próprio São José, para que a população tivesse acesso a essas informações, saber sobre os recursos que recebemos do governo e do estado  e para que as pessoas também saibam de onde vem as coisas e para onde elas vão”, afirmou.