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O impacto das eleições dos EUA na economia mundial

Apesar de Biden estar na frente, há a projeção de virada de Donald Trump
Paulo Monteiro
Por Paulo Monteiro São Paulo - SP, 04/11/2020 - 09:45Atualizado em 04/11/2020 - 09:45
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

As eleições presidenciais dos Estados Unidos já estão em sua reta final, com Joe Biden (Democratas) com 238 delegados e Donald Trump (Republicanos) com 218, até a manhã desta terça-feira, 4. A expectativa, no entanto, pelos estados que ainda restam apurar os votos, é de que Trump vire o atual cenário - o que mexe com a economia mundial.

De acordo com o economista Lucas Rocco, o mercado está fervendo com as eleições norte-americanas e o IBOVESPA amanheceu com uma boa alta de 2% nesta terça. “O mercado apostava em uma eleição tranquila e eventual vitória de Biden, o que já se mostrou mais complicado”, disse.

Com o atual cenário das eleições, os mercados se encontram mais voláteis. Apesar da alta do IBOVESPA, o dólar voltou a subir 0,4% e foi para R$ 5,76. “O mercado está de olho, esperando também alguma movimentação do governo no que diz respeito a reforma fiscal, em um desalinhamento entre gastos e receitas”, pontuou.

Em relação às eleições norte-americanas, os candidatos precisam de 270 votos de delegados para confirmarem a vitória. Apesar da projeção de virada de Trump, ainda resta a apuração dos votos que são realizados pelo correio em estados como Carolina do Norte, Michigan, Pensilvânia, Wisconsin e Georgia.

“O que dizem é que os votos que faltam dos correios estão voltados para o Biden, então a tendência é de ser um resultado bem apertado. A contagem ainda é lenta, são milhões de cédulas enviadas antecipadamente”, reforçou o economista.