Ir para o Conteúdo da página Ir para o Menu da página
Carregando Dados...

Novo prédio não está entre as prioridades do presidente da Câmara

Tita Belloli (MDB) diz que não quer atropelos e vai conversar com a prefeitura para entender o que foi acordado com a antiga presidência
Heitor Araujo
Por Heitor Araujo Criciúma - SC, 21/01/2020 - 09:39Atualizado em 21/01/2020 - 09:51
Foto: Denis Luciano / Arquivo / 4oito
Foto: Denis Luciano / Arquivo / 4oito

Prevista para começar no dia 7 de janeiro, as obras no futuro prédio do poder legislativo em Criciúma não ganharam forma. O presidente da Câmara, vereador Tita Belloli (MDB), disse ao Jornal das Nove, da Rádio Som Maior, que a migração para a nova sede não está entre as prioridades de sua gestão na casa legislativa.

"Vamos ter discussão com todos os vereadores para tratar do assunto e ver a vontade dos colegas. Estou conhecendo a casa legislativa, as questões burocráticas, financeiras e de repasses. Vamos tentar conversar com a prefeitura para ver o andamento. Não foi nos passado nada ainda (sobre o andamento das obras)", disse Tita.

A migração para a nova sede era um assunto recorrente enquanto Miri Dagostin (PP) era presidente da Câmara. O antigo prédio do Ministério Público do Trabalho (MPT), localizado no Parque Altair Guidi, foi doado para o município para ser reformado e abrigar o legislativo. O edital para a primeira etapa de reforma do prédio, que se encontra em situação precária, foi lançado em novembro do ano passado

Tita ressaltou que a mudança para a nova sede não é encarada como prioridade para a cidade. "Não vejo como prioridade para Criciúma a mudança agora. Mas vou respeitar a opinião dos vereadores. Tem que ser uma conversa tranquila, com cautela e sem atropelos", afirmou.

O vereador abordou o retorno de verbas do duodécimo feito em parcelas ao longo do ano, em repasses para as instituições de saúde no município, como a prioridade enquanto presidente do legislativo. Referente ao novo prédio, disse que se encontrará com a prefeitura nesta terça-feira para saber o que foi acordado. 

"Vou conversar com a Kátia (Smielevksi, secretária de Obras) e com o Miri, entender como está e o que foi acordado. Não farei atropelos para colocar o nome na placa, quero que as coisas caminhem corretamente na cidade", concluiu.