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Nossa Casa com bazar solidário no bairro Argentina

Ação visa arrecadar fundos para manter as despesas da entidade
Por Émerson Justo Criciúma, SC, 12/02/2019 - 15:36Atualizado em 12/02/2019 - 15:45
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A Associação Beneficente Nossa Casa está realizando seu primeiro bazar solidário de 2019 em um local diferente. Costumeiramente realizado na sede da entidade, no bairro Jardim Maristela, em Criciúma, nesta ação foi optado pelo Centro Comunitário do bairro Argentina. O bazar funciona a partir desta terça-feira (12) até a próxima sexta-feira (15) das 9h às 17h.

“Este ano decidimos por fazer em outro local com interesse de divulgar o trabalho da Nossa Casa. Assim, quando tiver o pedágio as pessoas já saberão melhor o que fizemos. Temos peças de roupa de adultos e crianças, calçados, bolsas e brinquedos. Nós ganhamos as peças de doações, suprimos a necessidade das crianças acolhidas e o que sobra da triagem guardamos para o bazar. Tem bastante coisa e vamos repondo a todo momento”, conta a coordenadora da instituição, Santina Pereira Muniz.

Os produtos são vendidos a valores simbólicos. Os itens variam entre R$ 1 e R$ 15. “No último dia nós fizemos contato com os brechós e o que sobra realizamos um arremate com o melhor preço para vender o resto e não ter que trazer as coisas de volta. Mas geralmente sobram poucas coisas”, relata.

Serviços prestados

A Nossa Casa acolhe crianças e adolescentes em vulnerabilidade social, encaminhadas por decisão judicial, como medida de proteção por terem seus direitos violados. “Geralmente para ser acolhido, quase todos os direitos foram violados: educação, saúde, proteção, alimentação, vestimentas, moradia, enfim. Aqui nós temos 24 funcionários trabalhando 24 horas, é um trabalho ininterrupto”, destaca. São acolhidos meninas de zero a 18 anos e meninos de zero a sete anos.

A instituição é uma entidade sem fins lucrativos. “Fizemos o bazar para captar recursos para ajudar a pagar as despesas fixas que nós temos, água, luz, gás de cozinha, combustível, entre outros. Folha de pagamento nós temos recursos que vêm do Município, mas cobre somente 80% do valor, e o restante temos que correr atrás de ações como esta para poder pagar as contas”, ressalta Santina.