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Nas próximas semanas a Via Rápida vira estadual

Em dia de problemas na rodovia, representante do Estado menciona avanço do processo de estadualização
Denis Luciano
Por Denis Luciano Criciúma, SC, 09/10/2019 - 18:13Atualizado em 09/10/2019 - 18:15
Arquivo / 4oito
Arquivo / 4oito

A quarta-feira, 9, foi complicada na Via Rápida, com duas ocorrências envolvendo problemas de segurança pela manhã. Primeiro, um assalto. Horas depois, o tombamento de uma carreta. Neste segundo caso, houve os transtornos maiores, com bloqueios do tráfego que geraram longas filas no sentido BR-101 a Criciúma.

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"É um fato que vem sendo bastante discutido, a estadualização e a série de transtornos que gera por não estar oficializada", confirmou o coordenador regional de Infraestrutura, Gustavo Taufembach, em entrevista ao programa Ponto Final, da Rádio Som Maior. Com a estadualização, a Secretaria de Infraestrutura poderá cuidar de limpeza e manutenção no trecho e a Polícia Militar Rodoviária (PMRv) terá condições de assumir a fiscalização do trecho. Enquanto isso, a limpeza é feita pela prefeitura de Criciúma em parte, enquanto Içara não assumiu o trabalho em seu trecho, alegando questões legais. No caso de acidentes, a Polícia Militar (PM) é quem vai até a rodovia.

"Tratamos com prioridade (a estadualização) para amenizar transtornos como o de hoje, que caso ocorram tenhamos o devido amparo legal. Desde que tomei conhecimento e passei a tratar, já digitalizei o processo, passei por todos os setores dentro da Infraestrutura, teve o aval do secretário e está na Casa Civil. Aprovando no grupo gestor pode ir ao governador para o decreto sair e ser incorporado ao nosso plano estadual. Daí a PMRv pode atuar na via, nós também para fazer roçada, sinalização. É isso que estamos tentando finalizar", informou.

Para Taufembach, em breve o problema estará resolvido. "Creio que nas próximas semanas isso estará resolvido, será um problema a menos para 2020 com uma Via Rápida estadual, útil e bem cuidada", apontou, projetando que no fim de outubro a solução poderá ser alcançada. "A Via Rápida se tornou o principal acesso a Criciúma mas foi de maneira inapropriada a sua entrega, sem o devido tratamento", emendou. O coordenador criticou a forma como a Via Rápida foi liberada e entregue, em dezembro de 2017. "Acreditamos que foi feito tudo com muita pressa, e a rodovia não estava pronta", concluiu.

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