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“Não podemos continuar reclamando da política se não fizermos nada”

Empresário e vereador joinvillense, Ninfo König, deve ser vice de Merisio nas Eleições 2018 para o Governo de SC
Por Clara Floriano Criciúma - SC, 04/06/2018 - 09:34Atualizado em 04/06/2018 - 09:56
(foto: reprodução)
(foto: reprodução)

Na última semana o pré-candidato ao Governo do Estado de Santa Catarina nas Eleições 2018, Gelson Merisio (PSD) anunciou o empresário e vereador joinvillense Ninfo König (PSB) para seu vice. “Coloquei meu nome à disposição, porque sou parceiro do Merisio de longa data e conheço a capacidade dele. Colocar o nome a disposição e acontecer é um caminho longo. Tem que passar por todos os membros da política e assim por diante”, disse König em entrevista ao Programa Adelor Lessa.

König mostrou-se animado em disputar o cargo de vice nas eleições de outubro e disse que desmontar a máquina do estado é o principal para mudar a política em SC. “Nosso estado está completamente ultrapassado. Nossos valores gastos com política extrapolaram a nossa capacidade de reagir economicamente. Precisamos desmontar o Estado, torna-lo mínimo”, afirmou.

Apesar de ter sido convidado por Merisio, ainda faltam algumas coisas para confirmar sua pré-candidatura. “Como sempre precisamos concorrer por todos os membros. Temos vários candidatos e ainda não está 100% definido como vai acontecer. Tem muitos pormenores. A situação sempre é mais complicada do que nós, simples mortais, compreendemos”, explicou.

Ele disse que o que o anima a ir para a política é a grande possibilidade de mudar o país. “Nós vimos que até agora com os políticos presentes não foi feito nada. Simplesmente sentam em sua cadeira e recebem seu honorário e não sabem que a gente tem que pagar impostos. Nós empresários aprendamos a sobreviver nas piores situações. Devo retribuir para a comunidade um pouco do que a cidade me ofereceu de oportunidade. Não podemos continuar reclamando da política se não fizermos nada. Nós brasileiros estamos morrendo de fome, fome de educação, de segurança, de saúde e de moral”, ressaltou.