O Criciúma ficou no empate contra o Joinville, na noite desta quinta-feira (15), pelo Campeonato Catarinense.
O resultado, unido com a vitória do Santa Catarina sobre o Marcílio Dias, fez com que o Criciúma perdesse uma posição no Grupo B do estadual.
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Melhora no segundo tempo
Apesar do 0 a 0, o Tigre conseguiu criar boas oportunidades na segunda etapa, diferentemente do primeiro tempo. Na entrevista coletiva pós-jogo, o treinador Eduardo Baptista elogiou a atuação da equipe nos últimos 45 minutos.
"Um tempo de mais estudo, bastante erro técnico, mas no segundo tempo nós tivemos acho que 12 ou 14 finalizações, nós tivemos chance de matar o jogo. Pelo segundo tempo a gente merecia sair vencedor", avalia o técnico. "Infelizmente, nós não fizemos o gol. Um ponto fora de casa, também não deixa de ser um bom resultado", continuou.
Jhonata Robert
Eduardo Baptista atribui a melhora ofensiva do time no segundo tempo à mudança da função do meia Jhonata Robert, que passou a ter um papel mais central na etapa final. "Eu trago ele como um falso nove e ele passa a flutuar mais ali. A gente começou a criar, o próprio Hermes participou mais em relação ao primeiro tempo. O diferencial foi ter o Jhonata Robert ali como um 10, e quando a bola chegasse na área, ser um 9", explicou.
Em busca de um melhor encaixe para o camisa 10, Baptista promoveu mudanças, ao longo do jogo, no posicionamento de Waguininho e Diego Gonçalves. A dupla alterou entre o centro e os dois lados, enquanto Robert flutuava no meio. "Eu tinha que achar um melhor posicionamento para o Jonathan, para a gente quebrar essa marcação que o Joinville teve", conta.
Falta de gols
Um ponto levantado na entrevista foi a falta de gols da equipe, principalmente pelos atacantes. Ao todo, o Tigre tem dois gols em três jogos no ano, sendo um contra, e outro do zagueiro César Martins. "É uma ansiedade. Todo atacante se cobra, e a gente tem que trabalhar. São atletas importantes que são acostumados a fazer gol e vão começar a fazer nesse ano", acredita.
No jogo desta quinta-feira, o Criciúma sofreu bastante com a linha de impedimento do JEC. "O nosso volume estava muito alto, e aí gera um pouquinho de impaciência. É controlar um pouquinho isso aí, ajustar esse posicionamento", finaliza.
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