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Licitações garantem medicamentos para 2020

Em Criciúma, prefeitura agiliza a compra de remédios para suprir a demanda. Município oferece 185 medicamentos diferentes
Paulo Monteiro
Por Paulo Monteiro Criciúma, SC, 25/11/2019 - 15:31Atualizado em 25/11/2019 - 15:33
Reprodução
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Com o fim do ano se aproximando e as férias de verão chegando, a Prefeitura Municipal de Criciúma já começou a garantir alguns medicamentos para 2020. O município apresentou nesta segunda-feira, 25, por meio de editais, licitações para a aquisição de medicamentos como oxigênio medicinal, tiras reagentes de glicemia, entre outros materiais médicos, como seringas para insulina e tela de prolipropileno tipo 01.
 
De acordo com o secretário de saúde do município, Acélio Casagrande, a compra desses medicamentos é feita não só de acordo com a necessidade, como também todo final do ano. “Todas as licitações são feitas nesse período para garantir o início do ano, principalmente porque vem esse recesso de férias e temos que estar com as licitações já prontas”, comentou o secretário.
 
O secretário afirma ainda que todos os medicamentos disponibilizados pelo município estão em dia e sob controle, não havendo filas de espera para a aquisição dos mesmos. Segundo a coordenadora da Assistência Farmacêutica da Secretaria Municipal de Saúde, Queli Seifert, o município oferece, ao todo, 185 medicamentos - todos adquiridos por meio de licitações.
 
“A nossa lista de medicamentos é fixa. Todo o ano tem uma nova avaliação realizada pela comissão, e se por acaso for necessário inserir mais algum medicamento, a comissão faz uma análise e delibera se terá ou não o medicamento e com o será o acesso para o mesmo”, concluiu Queli.
 
Investimentos em Saúde


 
Com orçamento já definido para 2020, o município de Criciúma será contemplado com mais algumas importantes obras na área da saúde, como a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Rio Maina, um novo posto de saúde no bairro São Sebastião e duas novas equipes de saúde para a Próspera. Segundo Acélio, Criciúma vem investindo 10% a mais do que o previsto pela legislação nacional.
 
“Hoje em dia, aproximadamente 26% do que o município tem vai para a saúde, vai para a saúde, enquanto a legislação nacional diz que é 15%, nós colocamos cerca de 10% a mais. Isso é feito para manter toda a estrutura e tudo que é necessário, para não faltar medicamentos, médicos e as equipes médicas como um todo”, concluiu o secretário.