Ir para o Conteúdo da página Ir para o Menu da página
Carregando Dados...
DEIXE AQUI SEU PALPITE PARA O JOGO DO CRICIÚMA!

Flávio Dino manda PF investigar suspeitas envolvendo R$ 55,4 milhões em emendas Pix

Relatório do TCU identificou suspeita de superfaturamento e falta de comprovação fiscal

Por José Demathé Criciúma, SC, 18/08/2026 - 10:12 Atualizado há meio minuto
Flávio Dino, determinou que a Polícia Federal tomasse providências sobre possíveis irregularidades de R$ 55,4 milhões | Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF
Flávio Dino, determinou que a Polícia Federal tomasse providências sobre possíveis irregularidades de R$ 55,4 milhões | Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

Quer receber notícias como esta em seu Whatsapp? Clique aqui e entre para nosso grupo

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal tomasse providências sobre possíveis irregularidades de R$ 55,4 milhões na aplicação das chamadas “emendas Pix”. O pedido foi feito com base em um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), referente a repasses realizados entre os anos de 2020 e 2024.

O documento foi encaminhado ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para que os dados sejam analisados. A determinação orienta a corporação a verificar indícios de crimes e avaliar a necessidade de anexar as informações aos inquéritos em andamento ou de instaurar novos procedimentos para apurar as suspeitas.

LEIA MAIS

Cerca de R$ 200 milhões foram fiscalizados

A auditoria realizada pelo órgão de controle analisou cem transferências especiais destinadas a 74 entes federados, somando um montante fiscalizado de R$ 198,1 milhões.

Documento foi encaminhado ao diretor-geral da Polícia Federal | Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil

De acordo com os achados do tribunal, os prejuízos ao erário dividem-se em falta de rastreabilidade, despesas sem comprovação fiscal idônea e sobrepreço ou inexecução de obras e serviços.

Emendas Pix dificultam fiscalização de gastos

As emendas Pix ganharam essa denominação por permitirem repasses diretos de recursos federais a estados e municípios sem vinculação prévia a projetos específicos, o que dificultava a identificação dos parlamentares e a fiscalização dos gastos. 

Relator da matéria na Corte Suprema, o ministro destacou que os dados apontados indicam a necessidade de manter medidas que assegurem a transparência constitucional na aplicação das verbas públicas.
 

Copyright © 2026.
Todos os direitos reservados ao Portal 4oito