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Esperidião Amin quer mudanças na reforma da previdência

Senador eleito é pré-candidato à presidência do Congresso Nacional
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 15/01/2019 - 09:02Atualizado em 15/01/2019 - 09:03
(foto: reprodução)
(foto: reprodução)

No dia 1º de fevereiro Esperidião Amin retornará ao Senado, praticamente 20 anos após o fim da primeira passagem na casa. Atual deputado federal, o político deverá ser candidato à presidência do Congresso Nacional, para isso já conta com o apoio de seus colegas de bancada e buscará mais apoio, conforme contou em entrevista ao Programa Adelor Lessa, onde falou também sobre reforma na previdência e o Governo Moisés.

“Eu sou pré-candidato à presidência do Senado. Isso não se constrói apenas com vontade pessoal, no meu partido são seis senadores, eu tive a benção de todos eles para enfrentar. Eu me disponho a participar de um projeto para que possa trazer ao congresso novos métodos e novas prioridades, nós não podemos nos omitir, temos que tomar iniciativas positivas”, afirmou.

Para Amin, os agentes públicos devem estar à disposição para abordar questões pertinentes. O senador eleito acredita que o país amadureceu em relação a reformas na previdência social, que segundo ele, deve começar por quem ganha os maiores salários e “não pode ser igual a reforma do Temer”. O político acredita que as primeiras medidas de Jair Bolsonaro foram positivas, principalmente para a economia.

“Eu acho que ele está fazendo quase de maneira perfeita o roteiro que ele criou. Dou destaque para as medidas econômicas, que já apresentam resultados na bolsa de valores, nós vamos aprovar uma reforma da previdência justa, antes de falar dos homens do chão de fábrica, precisamos falar dos serviços públicos, que é ali que estão as maiores aposentadorias, não estou falando de tirar direitos”, comentou.

Governo do Estado

Governador de Santa Catarina em duas oportunidade, Esperidião Amin também falou sobre o Governo Moisés. “Eu torço para que o governador acerte e não se deixe levar pelo MDB, pelas espertezas históricas que nada tem a ver com mudanças”, disse. Falou ainda sobre a crise no PSL. “É um partido que veio para mudar e tem como líder o Bolsonaro, aqui parece que há uma rebelião. A encrenca não é de natureza republicana, a encrenca é de natureza fisiológica”, analisou.