Com a escolha do presidente para os próximos quatro anos, moradores de Criciúma apontam a economia como uma das principais preocupações. O Portal 4oito foi às ruas para perguntar o que eles gostariam de saber do próximo chefe do Executivo federal.
O preço dos alimentos apareceu entre as principais cobranças. O morador de Criciúma, Augusto Córdoba, quer saber quais medidas seriam adotadas para baratear as compras no supermercado. “Presidente, o que o senhor faria para baixar a alimentação, o supermercado?”, questionou.
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Outro questionamento ao futuro presidente veio pela cidadã, Dulce Fazolo, que demonstrou preocupação com a alta dos preços. “O que ele faria com relação a esse aumento absurdo, principalmente dos alimentos e remédios?”, perguntou.
Os combustíveis, a renda dos aposentados e o futuro das empresas estatais também estão entre os temas levantados pelos moradores.
Economia concentra perguntas ao próximo presidente
Adilton da Rocha quer saber como o próximo governo pretende reduzir o preço da gasolina. “Eu queria saber o que você vai fazer para baixar o preço, o custo da gasolina”, perguntou.
Já Albertina Dutra questiona quais medidas podem melhorar a renda de quem já se aposentou. “Eu quero saber o que ele vai fazer para aumentar o salário dos aposentados”, questionou.
O futuro das empresas públicas também entrou na lista. Um morador que preferiu não se identificar perguntou se haverá privatizações e citou empresas como Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.
Entre as principais dúvidas dos entrevistados estão:
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Alimentos e medicamentos: como conter a alta dos preços;
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Combustíveis: quais medidas podem reduzir o custo da gasolina;
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Aposentadorias: como aumentar a renda dos aposentados;
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Empresas estatais: se o próximo governo pretende realizar privatizações;
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Relações internacionais: como será a relação econômica com os Estados Unidos;
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Agronegócio: como equilibrar as relações comerciais com China e Estados Unidos;
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Desigualdade social: quais ações podem reduzir as diferenças sociais.
Relações internacionais e desigualdade entram na pauta
A relação do Brasil com os Estados Unidos também preocupa um dos entrevistados, que preferiu não se identificar. Ele questiona se o país buscará alinhamento com os norte-americanos ou maior autonomia nas relações econômicas.
Outro morador quer saber como o próximo presidente pretende conduzir as relações comerciais com Estados Unidos e China, especialmente no agronegócio. Ele lembrou que a China é um dos principais compradores dos produtos agrícolas brasileiros.
A desigualdade social é a principal preocupação de Zaida Martinelli. “Seu presidente, o que o senhor faria para acabar com tanta desigualdade em todos os sentidos sociais?”, questionou.
Já Rogério da Silva, que trabalha como ambulante, quer respostas sobre os rumos da economia e os efeitos das mudanças para quem depende do comércio. “O que você faria hoje sobre a mudança, sobre a economia?”, perguntou.
As entrevistas mostram que os moradores esperam respostas sobre o custo de vida, a renda, as desigualdades e o comércio exterior. São questões que refletem as preocupações cotidianas e as expectativas em relação ao próximo governo.
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